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Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010

Violencia Parental

            Há muitos anos atrás ia num autocarro dos STCP (a Carris da cidade do Porto) e vejo uma mãe a protestar com o filho:

- Levas já uma latada que te fodo!

 

            Mas isto não se compara com o que ouvi ontem de um pai, saído de um LIDL de Lisboa para o carro de família:

- Sai do carro da tua irmã! Dou-te uma tareia que te mato!!

 

(Provavelmente estes são os mesmos pais que são capazes de bater a um professor dos filhos por estarem descontentes com o ensino).

 

            Aqui está uma primeira mãe, pobre, a andar de autocarro que é agressiva e usa o palavrão. Ela seria crucificada em Lisboa. E vemos um pai, da classe média, com carro, que não usa do palavrão, e por isso, se calhar chocaria menos os ouvidos sensíveis das pessoas bem-educadas.

 

            Há ainda o pai da alta burguesia, que adora os filhos e lhes faz as vontades todas, compra-lhes tudo o que os pode mimar. Tem uma grande paciência, vai aturando os sucessivos actos irritantes dos filhos sem dar um único reparo e que, de repente, agarra o filho pelos colarinhos:

- Olha que eu parto-to o focinho todo! – uma cena digna de rua.

 

            É um pai que não diz palavrões, não é severo, não bate nos filhos – só os agarra pelos colarinhos.

 

            Os pais que condescendem muito com as tropelias e má educação dos filhos, ora por uma filosofia de “Let the Children Play” (Jim Morrisson) ora por preguiça, um dia explodem ou têm uma grande surpresa.

 

            Mais vale ir ralhando frequente e suavemente do que um dia arrebentar.

publicado por antiego às 11:46
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3 comentários:
De tou anónima, não me chamo helena a 22 de Janeiro de 2011 às 20:33
Subscrevo totalmente.

Tenho uma irmã que vive em Londres. Como é do conhecimento geral, em Inglaterra leva-se demasiado a letra os direitos das crianças ao ponto de se cair em excessos. A minha irmã é educadora de infância e segue na educação (ou falta dela) tosdos a formação profissional que teve. É tudo muito zen...
Uma vez numa longa viagem de carro tive de ir no banco de tras ao lado da minha sobrinha de 2 anos. Ora, a miuda não queria. Não parava de berrar. A minha irmã virava-se para tras mandava-a respirar fundo e repetia sem cessar o "calm down, calm down" e "look at me, i'm not happy". Com a voz mais suave e meiga que conseguia. A criatura continuava a berrar e espernear. Fomos neste ritual perto de 100km. Outra tecnica foi agarrar no caozinho de peluche "do u want your doggy?" Ela quis. agarrou nele e mandou-o pelo ar. A minha irmã com a mesma calma aparente "Now your doggy is not happy either". mais 100 km e de repente vejo a minha irmã vbirar-se de repente, a espumar da boca tal touro enfurecido, com os olhos escancarados e os punhos cerrados e largar em altos gritos e em Português um "cala-te imediatamente senão levas uma tareia!!!" Até eu saltei no banco.
A miuda cvalou-se logo assustadissima.
Passaram-se uns instantes e lá se vira de novo a minha irmã com lagrimas nos olhos a pedir muita desculpa que tinha sido má para a bébé". E lá voltámos à choradeira o resto da viagem até acabarmos por parar para eu passar para a frente para fazer a vontade à menina para ela se calar.

Quando educamos as nossas crianças continuamente raramente chegamos ao ponto de sair do sério com eles. A maior parte dos pais que chegam a esses extremos são os demasiado permissivos.

De antiego a 23 de Janeiro de 2011 às 22:07
Ola, bem vinda. O que contaste é uma boa história exemplo de como se deve lidar com uma criança. Uma vez escrevi um comentário no blog "o que é o jnatar", mas não obtive resposta. Buff, nunca mais lá voltei. O Blog até é engraçado. È sobre um pai de 3 ou 4 filhos, que narra a vida das crianças e os seus problemas.

O comentário que fiz foi sobre uma gaja meio louca que ouvi na rádio que defendia com dentes as crianças. A grande defesa era não bater nas crianças. Isso dá cadeia. A ideia principal era: nós não batemos nos adultos, também não temos o direito de bater nas crianças, usando a nossa força de adulto num ser mais frágil (e acrescento: que precisa tanto de carinho).

Ora bem, se bem que... há limites, nós não batemos num adulto. Simplesmente nos vamos embora (ou o evitamos). Ou, quero ver alguém a viver com um adulto que, por exemplo, passa o dia a fazer barulho em casa, comete sistematicamente os mesmos erros irritantes, pese embora repitamos 100 vezes para fazer ou não fazer determinada coisa.
O que eu fazia no meu tempo por intimididação, os miudos agora têm que fazer com uma cenoura à frente dos olhos.
Reguadas nas aulas? O que eu oiço dizer de quem as recebeu, é só: "Fizeram-me muito bem"
De tou anónima, não me chamo helena a 25 de Janeiro de 2011 às 09:43
Sim, fizeram muito bem. O açoite no rabo, bem assente na altura devida é necessário e, na minha opinião, em certas idades a melhor forma de resolver potenciais birras. O que se faz a um pimpolho de 3 anos quando este decide medir forças com um adulto? Dá-se um sermão moralista? Pões-se de castigo? Faz-se a vontade? Eu pessoalmente optei pelo açoite no nalguedo e não me dei mal....o meu filho tem 11 anos, não me dá problemas de comportamento, as unicas tentetivas de birras deram-se nessas idades precoces e foram travadas ao ver que por esse metodo não alcançava o objectivo.
Acho muito mais violento e traumatizante o recurso a ofensas verbais ou gritos do que à palmada educacional na idade em que outros meios não funcionam. Outro factor educativo essecial e a cair em desuso é o de seber dizer não e garantir que esse não nunca se transforma num sim.

Porque tal como dizes, ninguém é de ferro e ñão podemos virar costas a um filho quando ele nos tira do sério como fariamos a um adulto. por vezes a intimidação é necessária. Mostrar quem manda e deixar claro que não é propriamente uma democracia. Comigo resultou. Levou no rabo quando foi preciso e isso fez com que deixasse de ser preciso muito cedo.

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