"Espicaçar as consciências adormecidas"

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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

Fazia tudo na mesma

            Foi por volta de 1993 que me apercebi que estava na moda esta brilhante frase:

- Se voltasse atrás, fazia tudo na mesma.

            Uma frase de plena afirmação pessoal, sim senhor, a soar aquele outra frase ainda mais explicita “Confesso que vivi”.

            Mais engraçado ainda é ver agora gajos com altos cargos, na TV, a proferirem a mesma frase após grandes falhanços.

- Pois, eu comprei 100 milhões de euros em acções, na bolsa portuguesa, em Julho de 2007. Se voltasse atrás faria tudo na mesma.

            Ora que cena, que raio de orgulho. Bolas, ainda que hoje eu esteja muito satisfeito com a minha vida, e que mesmo as coisas que correram mal foram males que vieram por bem, se eu voltasse atrás faria tanta coisa diferente! E se calhar, mais que isso, lá está, faria muita coisa que não fiz.

            Já para não falar numa ideia mais académica: faria quase tudo diferente porque gostaria de ter outras experiências.

            Mas fora estas questões mais existencialistas, vamos a verdades mais palpáveis: bolas, quantos erros nós não cometemos? E quantas decisões que poderiam ter sido melhor tomadas?

            Não contemos com a sorte. O que interessa é tomar a melhor decisão perante as circunstãncias. Uma das coisas que sempre questionei no jogo da Sueca, com os velhos, foi eles pensarem que o mais importante é o resultado. Uma pessoa comete um erro mas acaba por ganhar o jogo:

- Hmmm, não interessa, ganhamos na mesma.

            Não, não. Não pode ser assim. Ganhamos porque calhou, tivemos sorte. E até pode acontecer que aquela carta mal jogada tenha acabado, por sorte, por nos dar a vitória. Mas isso é abusar da sorte. Deve-se fazer a jogada mais correcta. Por outro lado, os bons jogadores da sueca, muitas vezes têm esta sabedoria:

- È esta a carta que deve ser jogada.

- Ah, e se o outro trunfa, e se…

- Paciência.

            Ou seja, há uma carta certa a se jogar e claro que as coisas podem correr mal, naturalmente. O jogador sensato da sueca está ciente da sorte e joga com o risco, o mau jogador joga à sorte, ao calhas.

publicado por antiego às 17:44
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2 comentários:
De Ella a 24 de Novembro de 2009 às 18:16
Até me doi dizer isto mas...
Eu não mudava muitas coisas.
Algumas delas dicididamente sim.
Outras coisas, mesmo algumas que me fizeram sofrer bastante, ensinaram-me tanta coisa...
A ser menos impulsiva.
Menos julgadora de casos alheios.
Mais sensível a certas coisas que realmente são importantes.
Mais humana.
Faz-me bem acreditar que os meus maiores percalços na vida me fizeram crescer por dentro, enquanto pessoa.
Isto soa horrivelmente mal.
Eu sei.
Mas não consigo ver isto de forma diferente.
É um dos meus inconfessáveis segredos.
Não digas nada a ninguém, ok?
Contudo, pensando bem na coisa, desviava-me de algumas coisas e pessoas.
Diria a outras pessoas que já não podem ouvir coisas que gostaria de ter dito.
Viajaria mais.
Em certos casos não hesitaria e mudaria a minha postura.
Começaria mais cedo aquilo que tento fazer agora:
viver a vida. Viver mesmo.
Relativizar mais.
A coisa que mais me arrependo de não ter feito foi de não ter ido ver, quando tive oportunidade, um dos concertos dos Queen.
Ok. Fazia certamente uma carrada de coisas diferentes.

Agora sinto-me um bocado a cair num outro cliché:
Se eu tivesse 20 anos e soubesse o que sei hoje.
rsrsrsrsrsrs
Nem tanto ao mar nem tanto à terra.
Certo?
De antiego a 24 de Novembro de 2009 às 21:00
È sabida a ideia de que as más esperiências nos ensinaram, que o sofrimento tem o seu lado positivo pedagógico.
È quando as coisas correm mal que pensamos em mudar, e isso pode redundar em evolução.

Toda a gente faz mil e uma borradas. Acho até que quando alguém diz "não mudava nada" isso quer dizer mais "não quero pensar nisso". Sim, porque não vale a pena perder tempo com o passado. Mas cada borrada que fizemos se soubressemos que ía dar nisso, acho que não tinhamos feito. Se bem que fiz borradas consciente de que eram borradas.

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