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Quinta-feira, 7 de Junho de 2007

O meu capitão

            O Meu capitão era o romântico da família. Sempre que começava a namorar sonhava em casar.

 

            O meu capitão era o melhor jogador de futebol da família. A careira profissional foi impedida, prudentemente, pelo pai. Ele era um dos irmões mais velho, simples, que me recebia sempre e olhava para/por mim paternalmente.

 

            Um homem perfeccionista de extrema competência e honestidade. Nós sabemos, agora está na moda dizer “todos têm um preço”. Quem o diz é muito macho, maduro, vivido.

Não. Não. Este homem não tem preço. Embora ocupasse uma posição que dava azo a ser muito solicitada para favores, cunhas, não havia hipótese.

Nem a amigos, nem a família! Quem não o conhecia verdadeiramente, poderia cair no erro humano de lhe pedir um favor, pela posição que ocupava, pela influência que poderia exercer.

Quem o conhecia bem, tanto sabia que seria impossível subverter a sua honestidade, como não o tentava porque o amava, e porque tinha os mesmos valores.

 

(Futebol, poder, honestidade, romantismo… isto parece não condizer muito)

 

Foi um grande orgulho, quando ele recebeu um louvor por deter um individuo estrangeiro procurado por várias policias internacionais, inclusive a INTERPOL. Deteu-o com inteligência. Com tanta inteligência que o próprio fora da lei mostrou-se surpreendido com a sua detenção. Disse o mau da fita, na altura, que não estava à espera que as policias portuguesas tivessem aquela perícia.

Isso tudo veio nos jornais. A detenção, referindo o nome do meu capitão como o responsável do feito e as declarações do cowboy procurado.

Foi e é um grande orgulho.

 

Façanha maior para o meu ego, foi ele ter sido o verdadeiro responsável por uma das histórias mais belas da minha vida. Aqui tenho que fazer justiça, porque recebi os créditos todos, quando foi ele que realizou a história. Disseram-me “ó meu, só mesmo tu!”. E eu deveria ter dito, no mínimo, “só mesmo nós”:

 

Eu estava apaixonado por uma moça que morava numa cidade relativamente perto da cidade onde o capitão morava. E era uma cidade sob a sua “jurisdição”. Visto que ele morava na região, pedi-lhe um favor: que telefonasse para um florista da cidade, de modo que essa casa lhe enviasse uma rosa cor-de-rosa.

O que é que aquele grande maluco fez? Aconteceu que uma patrulha da GNR foi expressamente a casa dela entregar-lhe a rosa (de jipe).

Uma enorme surpresa para ela. Surpresa para mim também, pois nem me consultaram sobre estes modos. Uma lembrança para toda a vida.

Eu adaptei-me à inesperada situação e lá inventei à princesa (encantada com o gesto) que a GNR tinha como lema “pela lei e pela grei” e se servia o povo, também levava a cabo estes serviços. Em nome do amor dos cidadões que servia.

O amor era meu, o romantismo foi dele.

  

“Ó capitão, meu capitão”, seremos sempre 7.

 

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publicado por antiego às 19:23
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1 comentário:
De ComSensualidade a 8 de Junho de 2007 às 13:10
Thanks for your answer.....
Come again.I know I will.
kiss
ComSensualidade

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