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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

Gostar Muito

            Estive a avaliar as exteriorizações dos sentimentos, de que fui testemunha ou tive conhecimento, das pessoas em relação à sua cara metade, conjuge ou great companion.

            Não é de esperar que as pessoas falem frequentemente dos seus sentimentos mais intimos, mas bolas, acho que a amigos intimos os devem confessar uma ou outra vez, e até àqueles amigos menos confidentes, numa hora de entusiasmo, devem ter sentido a vontade de os expressar. Em menor ou maior grau, as pessoas têm a necessidade de falar sobre si próprias e de partilhar as suas paixões.

            Neste campo, o meu balanço revelou um resultado um pouco pobre ou até mesmo fútil, ou será a minha memória fútil e pouco sensivel a paixões alheias?

            Os grandes elogios que ouvi as pessoas tecerem à sua cara metade, vão pouco além de:

- Eu gosto muito do (da) …

            Eu, que sou um bocado mais exigente com as explicações, acho isto de uma banalidade tremenda. Mas se calhar eu gosto mais um bocado de palavras (e quiça de justificações) que a maioria.

            Falar da pessoa que eu escolhi para namorada ou companheira e apenas dizer:

- Eu gosto muito dela.

            Soa a paixão adolescente e não valoriza em muito a pessoa amada. Quem ama, provavelmente desejará valorizar a pessoa que ama. E dizer apenas que gosta muito dela ou que ela é “espetacular”, não será uma descrição muito personalizada dessa pessoa.

            Ao dizer:

- Eu amo-a tanto.

            Acho que o valor vai mais para quem a ama e pela sua capacidade em amar, do que propriamente para a pessoa que é amada. E realmente, acho que não há muito mérito em sermos amados, o mérito vai quase tudo para quem nos ama. Para nos amarem, basta que sejamos belos ou charmosos.

            Hmmm, agora esta bateu-me a sério: Será que quanto uma pessoa diz que ama muito outra, não será, em muitos casos, uma forma de vaidade? Como quem diz: “bolas, eu sou mesmo bom, capaz de um grande amor, eu é que vivo bem, numa paixão do caneco, e tu?”

 

            Viva o amor personalizado. Ai, eu gosto tanto dela, é mesmo de quem parece gostar de gostar. Temos que gostar de alguém porque essa pessoa é especial, mais que isso, única. Não me basta dizer que gosto muito da minha namorada. Tenho que o justificar. Não quero cair no risco de ter que gostar de alguém.

 

            Das pessoas que me lembro, só a minha irmã e o meu amigo gay, realmente valorizaram a pessoa com quem escolheram viver toda a vida. Falam das suas caras metades com encanto, inumerando as suas principais qualidades e dizendo o quão sortudas foram.

            Está certo que umas pessoas são melhores com as palavras do que outras, mas isso não é desculpa. Só faltava dizer que não há palavaras. Há sim senhor, não é preciso ter tirado um curso superior de linguas para ter palavras para descrever um pouco a pessoa amada.

            Podemos gostar muito de qualquer idiota. São infinitos os casos de pessoas que amam pessoas que não merecem. Aliás, há muitas mais pessoa a amarem quem não merece do que quem merece.

 

            Raro é amar uma pessoa que merece isso e bem mais.

           

            A minha namorada é muito mais do que a pessoa que amo, é uma mulher admirável. Da qual eu me orgulho bastante, com a qual eu aprendo e evoluo, que tem uma alma elevada que eu gostaria de ter. Ela é uma lição de vida, uma lição de alegria, positivismo e optimismo. Ela é Eros. Ela é um modelo. “I wish I was special” – Radiohead.

publicado por antiego às 15:47
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8 comentários:
De Maaf a 14 de Novembro de 2008 às 17:51
Muito bonito!!

Acho que a maneira que demontramos os nossos sentimentos vai mais pelos pequenos actos no dia à dia do que propriamente por palavras...

Mas umas palavrinhas melosas sabem bem...

bom fim de semana
De antiego a 14 de Novembro de 2008 às 18:04
Também concordo que o gesto é tudo, mas amor é poesia.
De Ella a 24 de Novembro de 2009 às 18:50
Eu amo o meu companheiro de vida.
Acho eu.
Na primeira vez que nos beijamos fiquei paralizada durante mais de 15 minutos.
Não é uma relação qualquer que faz uma coisa destas.
Não sei bem se é isto o amor.
Mas sei que:
Sinto a falta dele quando não está.
Sei que sou melhor pessoa por estarmos juntos.
Segura-me quando estou verdadeiramente em baixo.
Abraça-me como há 20 anos atrás.
Durmo melhor quando o sinto ao meu lado.
Faz-me sentir feliz nas suas tentativas um bocado desajeitadas de ser romântico.
Em certos momentos faz-me sentir verdadeiramente especial.
Sinto-me feliz por perceber que gosta de estar comigo.
Amamo-nos menos vezes mas com a mesma intensidade.
Continuamos a rir-nos juntos.
Completamo-nos um ao outro.
Amor é isto certo?

Nesse caso, amo-o porque sinto que ele faz parte de mim tal como sinto que faço parte dele.
De antiego a 24 de Novembro de 2009 às 21:02
E quais as qualidade que mais admiras nele?
De Ella a 24 de Novembro de 2009 às 23:12
Muito sinceramente?
Conhecer os meus pontos fracos, que não são poucos, e mesmo assim sentir-se bem ao meu lado.
Mais que isso, continuar a desejar-me ao seu lado.
Não desistir de mim.
Eu já teria desistido de mim mesma.
Até dele.
Mas ele não.
Ele não quer perder-me.
Ele não desiste de nós.
De alguma forma consegue olhar para mim e ver alguma coisa de bom, algo que vale a pena.
Não sei se mereço tudo isto.
Contudo tudo isto é muito, mesmo muito.
Por vezes irrita-me solenemente, mas mesmo nessas alturas em que uma espécie de ódio vem ao de cima, há algo mais.
Alguma coisa nos prende fortemente um ao outro.
Amamo-nos mesmo quando nos odiamos.
Faz sentido?
Com tudo isto as outras qualidade são anexos, algumas são bons anexos outras nem por isso.

Nos meus momentos mais difíceis, sei que posso contar com ele. Mais, nesses momentos só ele é capaz de apaziguar a minha dor.
É o meu guia.
É quem não de deixa ir ao fundo.

Talvez isto pareça demasiado meloso.
Temos os nossos problemas como todos.
Alguns deles bastante sérios.
Já estive mesmo no ponto de acabar com tudo, por não aguentar mais.
Só que...
Eu sei que não posso.
Ele sabe que não pode.
O que nos prende é demasiado forte para ser ignorado.
Vamos acabar por morrer um dia, velhos talvez, rezingões certamente, mas sabendo que o outro está sempre lá para o que der e vier.
Os nossos feitios quase oposto em certos pontos, de certa forma equilibram-se, dando-nos a estabilidade que ambos precisamos.
De antiego a 25 de Novembro de 2009 às 13:57
Isso é o companheirismo ideal. Parabéns.
A sua melhor qualidade é amar-te.
De Ella a 24 de Novembro de 2009 às 23:18
Peço desculpa por fazer testamentos cada vez que faço um comentário.
Devias cobrar IP.

IP - Imposto de palha.
De antiego a 25 de Novembro de 2009 às 13:58
Está à vontade. Se cobrasse por isso tinha ido para idiota de psicologo.

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