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Sexta-feira, 13 de Março de 2009

Pai Morcão

            Fiquei a saber, pela sapo-blogosfera, da noticia do fim da vida de um bébé de 9 meses, que terá sido esquecido, pelo pai, num carro fechado.

            De pronto, as vozes revoltadas se levantaram, a blogosfera está sedenta de enforcar esse homem.

            Eu bem sei que é um deleite ver estas noticias macabras. A malta até se baba, sobretudo se na sua vida não se passar muito. E desatam logo a bater no pecador execrável.

            Para quando uma canal tipo os Jornais “O Crime” ou “24 horas”? Não deve falta muito, no estrangeiro já deve existir.

 

            Sosseguem a vossa ira, ira mais pela estupidez do que pela infelicidade humana. Que atitude posso ter perante uma noticia trágica destas?

            Primeiro, eu não acredito muito em noticias como estas. Cheira-me a noticias parecidas do Jornal “O Crime”. Ponho em causa a maneira como elas são relatadas. Tenho uma atitude agnóstica perante a noticia. Pode ser verdade, pode não ser. Dificel é ser exactamente como relatam. Por outras palavras, não dou muita credibilidade a noticias bombásticas. Mais a mais, sabendo dela aqui na blogosfera, esta noticia já não é sequer em 2ª mão. Como posso condenar alguém, apenas por um relato vago, sem saber de contextos, sem saber de nada?

            A ser verdade há que lamentar profundamente. Constatar que nós somos muito pequeninos, e que ninguém está livre de sofrer uma desgraça equivalente….

- Ah !!!!!!! Mas a mim era impossivel isto acontecer, nunca deixaria um filho meu sózinho, blá blá.

            Acredito que sim, mas outros erros poderemos nós cometer, outras falhas. Nós não somos nenhumas máquinas.

            Se me adiantarem que o pai abandonou o filho no carro, para ir jogar uma suecada para o café com os amigos, então eu poderei dizer: este gajo não deve bater bem da cabeça. É um pai morcão.

 

            Mas não, o pai afinal não era morcão. Ele até é economista, o que levou ao desenrolar desta merda toda: começou a fazer contas, e viu que o abono de familia era uma anedota, com o IRS ganhava mais uns 150 euros por ano, não encontrou uma creche do estado ou subsidiada, revoltou-se ele e pensou:

- Já que o estado abandona as crianças, eu vou fazer o mesmo.

 

            Links para blogs que referem esta noticia:

 

Incompetência...!!!

IMPERDOÁVEL

Inacreditável, caralho!

 

música: I Can't Forget - Leonard Cohen
publicado por antiego às 16:23
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10 comentários:
De Infiel a 13 de Março de 2009 às 20:30

ola

é tao facil acusar e julgar então porque fazer uso dos neuronios e de uma coisa chamada humanidade para entender que todos somos capazes de tudo e que ninguem tem o direito de julgar ninguem?????

eu tambem acho "piada" a quem se farta de cuspir para o ar

- uma amiga minha estava na praia, a filha de 5 anitos, brincava, como sempre, junto á agua (numa praia sem ondulaçao), a gaja foi nadar, lembrou-se que estava na hora do almoço e que o marido estava a chegar e foi para casa
esqueceu-se da miuda

ja agora vamos tambem crucificar a minha amiga

sorrisos para ti
De antiego a 13 de Março de 2009 às 21:09
Ola Infiel, ninguém sabe ao certo como se passou a tragédia. Eu acho tb que não era capaz de deixar um bébé de 9 meses no carro, por um segundo, é uma questão de prática e principio. A minha familia sempre se pautou por muitos cuidados. Talvez demasiados, a minha mãe não se cansava e cansa de dizer para nãom fazer isto e aquilo, algumas das coisas até são mitos.
Mas há pessoas que não tiveram esta educção da preocupação "todo o cuidado é pouco". De qq modo, eu não posso afirmar com certeza absoluta que faria ou não qq coisa. Ninguém pode. Sei lá, com duas directas em cima e a vida a correr uma merda, um homem é capaz de qq coisa.

Se há coisa que me impresionou foi o caso do casal MacCann. Este homem do bébé pode ter tido uma falha, um esquecimento, um "bype". O Casal McCann parece ter planeado a noite do jantar. E deixar, planeadamente uma filha de 2, 3 anos em casa, é um desleixo do caraças.

Beijinhos
De Infiel a 13 de Março de 2009 às 21:24
eu sou uma acelera que não respeita sinais ou regras se acho que não tem cabimento naquela situação
por exemplo, parar num sinal vermelho as 3 da manha numa avenida desertica
mas ha umas semanas a minha cunhada meteu o filho dela no meu carro
o puto tem 2 meses e eu nunca tive tanto cuidado so para sair do parque de estacionamento
todos temos ou fomos ensinados a respeitar e cuidar dos mais novos e ou mais velhos
temos moral, costumes, regras, leis mas, o que aqui se discute é julgar o comportamento de outro ser humano
condena.lo á viva força sem saber o porquê do comportamento ou atitude

ha tantas historias quantas pessoas
mas ninguem tem o direito de julgar ninguem
todos somos capazes de tudo! depende da necessidade de cada um

ha assassinos a sangue frio e ha os os crimes de paixao e ciume, ha violaçoes, roubos, ha esquecimentos..............

De Isa_ a 17 de Março de 2009 às 15:14
NINGUEM TEM O DIREITO DE JULGAR NINGUEM??!! HMMM, ENTAO PQ N SE ACABA C OS TRIBUNAIS E O JUIZES?!...

ALGO AKI N BATE CERTO...
De antiego a 17 de Março de 2009 às 17:45
É uma boa perspectiva, sim senhor. Mas aqui estamos a falar de julgamentos de valor (das pessoas).

1º O Juiz conterá bastante informação relevante sobre o caso a julgar. Não sai a julgar histérico como estes mentecaptos.

2º A justiça no tribunal é racional. O mais grave é o efeito do acto, e depois vem a intenção da pessoa que o perpretou.

3º O tribunal julga um caso, não julga a pessoa. Aplica a pena a uma falha gravosa humana, não condena a pessoa porque ela é.

A diferença é grande: Entre "tu erraste, tens que pagar" ou "tu és um estúpido, tens que pagar".

Se me perguntares se um homem por negligencia grave, deixa morrer outro homem, deve ser punido por lei, eu acho que sim. Se este pai, realmente se esqueceu do filho, e não tem nenhum atenuante, deve ser chamado à lei de qualquer forma.
De Isa_ a 22 de Março de 2009 às 01:02
E VOÇES, Q JULGAM ALGUEM POR JULGAR OUTRO ALGUEM, N ESTAO A JULGAR TAMBÉM??!!
De antiego a 22 de Março de 2009 às 18:11
Estamos a julgar com fundamento.
De Ella a 28 de Novembro de 2009 às 19:45
Aqui só posso mostrar a minha pequenez.
Acredito que há momentos em que, por esta ou aquela razão cometemos erros. Alguns não são graves, outros têm consequências que podem levar uma pessoa à loucura.
Neste caso, tenho pena, melhor, tenho respeito pelo pai que fez isto, porque certamente não foi intencional e, por isso mesmo, deve sentir-me uma nódoa por ser o responsável pela morte do próprio filho.
Há momentos de merda na vida.
De antiego a 29 de Novembro de 2009 às 00:34
Eu acho que em situação alguma deixaria um filho meu bébé sózinho num carro, mas... nós nunca sabemos. Às vezes perde-se o controlo das situações.
De Ella a 28 de Novembro de 2009 às 19:52
Aqui só posso mostrar a minha pequenez.
Acredito que há momentos em que, por esta ou aquela razão cometemos erros. Alguns não são graves, outros têm consequências que podem levar uma pessoa à loucura.
Neste caso, tenho pena, melhor, tenho respeito pelo pai que fez isto, porque certamente não foi intencional e, por isso mesmo, deve sentir-me uma nódoa por ser o responsável pela morte do próprio filho.
Este pai foi descuidado, mas já se deve estar a sentir suficientemente mal pelo que aconteceu e por ter que olhar todos os dias para as pessoas que sabem o que ele fez, principalmente a mulher.
Há momentos de merda na vida.
Eu já tive alguns e isso não faz de mim uma pessoa má. Sou humana, simplesmente. Erro como todos.
Espero ter sempre a sorte de nada de grave aconter.

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