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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Voz do Operário - ou, como resolver um assunto

            O meu filho de 8 anos anda na voz do operário. Escola particular até ao 9º ano de escoralidade. Sempre andei em escolas públicas e não houve problemas. Parece que hoje em dia os pais queixam-se muito das escolas públicas e, se puderem, metem-nos nas escolas privadas.

 

            Não é que o seu melhor amigo desatina com ele, por uma coisa de nada, e está de chamar mais dois, inclusive um irmão mais velho, e dão-lhe um arraial de porrada!

 

            Quer dizer, não basta serem já 3, como desses, pelo menos um, é mais velho 3 anos, o que nesta idade é equivalente a dizer que é um matulão.

            Resultado, além da dor fisica e de se sentir traído pelo amizade, ficou com um dente a abanar (vá lá que é dente de leite).

            O mais perto que vi destas cenas reporta-se àqueles gangs reles do Porto que têm um prazer enorme em desancarem todos juntos numa só pessoa (ao melhor estilo cigano, segundo dizem). Estamos a falar de escória social mesmo.

 

            Quando a minha mulher foi falar com a professora, eis tudo o que ela diz sobre este acontecimento inaceitável:

- Esse caso já foi resolvido.

 

            Foda-se, devem estar a brincar comigo. A leviandade como se tratam das coisas hoje em dia... faz-me lembrar a moda de se assumir as coisas na maior.

            Dá mesmo a impressão que, nos tempos que correm, um gajo pode enfiar 3 balázios noutro, e depois dizer:

- Eu assumo as responsabilidades. Até amanhã.

 

            Então... resolveram o assunto como? Será que disseram: “olhem, o que fizeram foi muito feio, não se faz isso a ninguém. Portem-se bem”? Com a gravidade desta merda exigem-se medidas. No minimo, uma suspensão por um dia a todos os praticantes daquele acto bárbaro.

            Se calhar, nos anos 80, o pessoal era suspenso por tudo e por nada. Ralavam-se demais, não sabiam viver.

            Devem ser efeitos daquela música “Don’t worry, be happy”.

 

            Partiram-te os dentes todos da frente e um tornozelo? Deixa lá, eu já lhes disse que eles eram maus e para não voltarem a fazer isso.

 

 

publicado por antiego às 09:31
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12 comentários:
De TNT a 10 de Julho de 2009 às 11:12
Bem, fiquei passada com esta história!
Então mas os professores ou outros responsáveis não dão mais nenhuma explicação? E os pais desses miúdos não são chamados?
Por essas e por outras é que eu continuo a achar que as pessoas deviam ter de passar em vários testes para poderem ser pais. Que cambada!
De antiego a 10 de Julho de 2009 às 16:39
Exacto. Foi só dizer:
- Ai, esse assunto já foi tratado.
Sem xplicar como foi tratado. Devem ter dito aos miúdos:
- Isso não se faz, miúdo feio.

Nesta história não estão em causa os pais. Não sabemos a reacção dos pais dos miúdos se fossem chamados. Nesta história estão em causa os profissionais da educação e as instituições de educação.
De Maria a 13 de Julho de 2009 às 13:58
Efectivamente a resposta não foi a apropriada, mas desculpe que lhe diga, um pai que se preza de ser um bom educador não se exprime com os termos que o sr . usa. Isso só deseduca.
De antiego a 13 de Julho de 2009 às 18:05
Não digo palavrões à frente das crianças. De qualquer modo, se os miúdos, no futuro, vão usar palavrões ou não, está longe de ser o que mais me preocupa.
De Anónimo a 4 de Outubro de 2009 às 22:22
A mim é que me apetece dizer palavrões com certos comentários que leio. Assim como com a pouca importancia que os pais dão ao que se passa nas escolas onde esperamos que seja dada formação a vários niveis aos nossos filhos.

Concordam que a resposta da escola não foi a mais apropriada, mas deixa de ser o mais relevante a comentar porque foram usados palavrões para descrever a situação?!

Foda-se!!!!!

(Sou mãe e também não digo palavrões à frente do miudo. Escrevo-os em blogs para não ceder à tentação de eles me sairem disparados quando estou com o petiz.)



De Anónimo a 4 de Outubro de 2009 às 22:26
De qualquer forma pelo sim pelo não vou bloquear ao meu filho o acesso a este site.
Ele poderá vir ler os palavroes escritos por mim ou pelo Antiego, ir morar para o Norte, tornar-se um trolha e preferir sagres à Superbock.

De antiego a 4 de Outubro de 2009 às 22:36
No norte prefere-se uiper-bock.

Bem, eu admito que menti. O que eu queria dizer é que evitava dizer palavrões à frente dos meus filhos. Mas quando estou mais irritado lá sai um. O mais grave é que acho que o puto, farto de ouvir palavrões na escola, se deve sentir mais autorizado a dize-los também.

Claro que é muito mau, mas qq modo, é-me dificel entender tanta aversão ao palavrão do pessoal cá do sul. Conheço gente no norte que usa o palavrão naturalmente e trata o pai por"senhor". São pessoas que respeitam bastante as outras pessoas, altruístas, hospitaleiras, cheias de valor. È muito mais importante ensinar valores como o respeito e a honestidade do que ensinar etiquetas.
O palavrão para mim é apenas uma questtão de etiqueta.


De Anónimo a 4 de Outubro de 2009 às 22:39
Não podia estar mais de acordo, mesmo sendo do sul e, pelos vistos, percebendo pouco dos gostos sobre marcas de cerveja dos nortenhos.



De Anónimo a 4 de Outubro de 2009 às 23:01
O ano passado mandaram um TPC para o miudo para o qual me pediu ajuda.

Era um questionário. Começava com perguntas básicas, nome, morada, nº de irmãos, etc....
Depois nome completo dos pais, profissão, grau de escolaridade...ele perguntava, eu ia respondendo.
Passava para a descrição do agrgado familiar e da morada de familia. Nr de quartos, de wc's e por ai fora.
Até que a coisa me começou a fazer cocegas qd perguntavam quanto ganhavamos eu e pai, se eramos efectivos, se tinhamos ajudas sociais, se tomava sempre o pequeno almoço e o que comia, com quem dormia. Enfim...só não questionavam a nossa orientação sexual e quantas dava-mos por semana (deve-lhes ter passado).
E isto era um TPC!!!!!
Quando agarrei naquilo e fui pedir satisfações na escola explicaram que era um inquérito. Critiquei a falta de transparência e o não darem a possibilidade do anonimato que é devida. Disseram que eu estava a dramatizar e a exagerar....

Portanto já nem estranho a que conta.
De antiego a 4 de Outubro de 2009 às 23:29
Penso que ios questionários são importantes, mas realmente devem poder ser anónimos. Perguntar quanto se ganha, sem ser anónimo, é que não.
De Ricardo a 7 de Agosto de 2010 às 21:50
Obviamente que uma agressão tem de ser punida. Por exemplo: atribuir actividades responsáveis mas ao mesmo tempo gratificantes. Normalmente os agressores são crianças que não se sentem valorizadas e têm MEDO do que os outros possam dizer. Sentem que valem pouco e então, para não se deixarem inferiorizar, subjugam os outros. A única linguagem que conhecem é a da violência e da asneirada. Comunicam dessa maneira também. É preciso mostrar a essas crianças outros caminhos. Repare, o resultado que se quer é fazer com que essas crianças deixem de ser agressivas.
De antiego a 8 de Agosto de 2010 às 14:10
Isso é um grande discurso de pdagogia.

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