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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Fórmulas ganhadoras na Arte e Criação

            Houve um comentador que se insurgiu contra o meu artigo sobre os Virgem Suta. Defendia vivamente os Deolinda. Nunca se deve menosprezar o entusiasmo. Fui ver ao youtube, dar uma melhor oportunidade. Foi só para confirmar a minha ideia, infelismente.

            Lá apanhei uma canção menos alegre: “Clandestino”. Parece mais uma imitação dos Madredeus, com um toque de Trovante. O resto é a tal banda-palhaço – óptima para crianças como diz a minha gémea. Custa-me a imaginar que os próprios Deolinda acreditem no seu projecto.

            O fado quanto mais triste melhor. Já adorei o fado de Coimbra. Gostei muito de Amália, mas nada daquele fado alegre de Lisboa – parece meio pateta.

            Nada mais deprimente do que fado alegre.

 

            Será que é moda este formato de grupo? Uma mulher despeitada a cantar rodeada por 4 gajos com ar de manfios da night? Deolinda e Oquestrada, agradam-me mais estes ultimos.

            Está a acontece demasiada imitação para o meu gosto. Há aqueles Peixe-avião que mais parecem os RadioHead porugueses, numa linha de vocalistas que cantam como se tivessem à beira do doce suicidio.

            Há uma produção nacional que cria uma personagem que se vai apaixonar por um vampiro. Imitação evidente do que está a dar na cinemotagrafia americana: amores entre vampiros, mortais e lobisomens, como são os filmes Twilight (Crepusculo) e Underworld (a trilogia).

            Bem, mas o cinema português imitar o estrangeiro já é coisa mais que antiga, bem como telenovelas nacionais imitarem as fórmulas de outras.

            Há uns anos atrás, os Mexicanos resolveram adaptar “O Crime do Padre Amaro”. Era uma adaptação do antigo romance aos tempos de hoje, no México. Logo depois, não é que há um iluminado português que resolve filmar o “O Crime do Padre Amaro” adaptado aos dias de hoje, em Portugal?

            Não há tempo a perder. Peguem é nas fórmulas ganhadoras.

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publicado por antiego às 20:50
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22 comentários:
De Sónia a 5 de Novembro de 2009 às 21:41
Tens muito mau gosto e o teu pensamento está todo pifado...
De Dolores a 5 de Novembro de 2009 às 22:20
O meu pai gosta de Beatles.
A minha mãe gosta mais de Elvis Presley.
Eu gosto mais de Queen e de Whitesnake.
O meu marido gosta mais de Pan pipes e Enia.
O meu filho gosta mais das músicas dos Jonas Brothers.

Alguém tem mau gosto na família?
Ou será que cada um tem o direito de preferir o que mais lhe agrada?
De antiego a 5 de Novembro de 2009 às 22:44
Como uma vez ouvi: "Os gostos não só se discutem como se educam".

Claro que se me disser: eu gosto de caracóis, se eu não gostar, não vou dizer que é mau gosto. Nos gostos alimentares é que eu acredito que eles não se discutem.
De Dolores a 5 de Novembro de 2009 às 23:07
Peço desculpa mas não estou completamente de acordo.

Os gostos não se discutem.
Prefiro dizer que os gostos, nossos e dos outros, aceitam-se e respeitam-se.

Podem e devem ser apresentados coerentemente para que as outras pessoas percebam a nossa preferência.
Não gostaria que alguém discutisse comigo um dos meus gostos.

Gosto de discussões de opinião.
Ensinam e alargam horizontes.

As nossas acções podem ser condicionadas, impostas ou coagidas, por pressões sociais, morais ou religiosas ou mesmo por terceiros.
O pensar e o sentir não tem prisões nem barreiras.
Ainda bem.

Quanto à educação dos gostos.
Concordo completamente, até mesmo por experiência própria.
Por vezes é mesmo necessário educar os sentidos para apreciar convenientemente determinada coisa.
Mas... acho que o verdadeiro mérito está onde determinada aptência é inata. Numa situação dessas, ao juntar a educação, deparamo-nos com um génio.
De antiego a 5 de Novembro de 2009 às 23:57
Discutir gostos é discutir opinões.
De Dolores a 6 de Novembro de 2009 às 00:11
Opinião: modo de ver pessoal ou subjectivo; parecer emitido sobre um assunto.

Gosto: cunho particular que um artista dá às suas produções; impressão ou prazer provocado por alguma coisa.

Eu posso discutir o meu modo de ver as coisas, mas torna-se difícil discutir o prazer ou impressão que alguma coisa desperta em mim.

Talvez o problema não esteja no sentido de opinião ou gosto mas sim no sentido dado ao discutir.

Eu posso dizer que gosto disto ou daquilo. Simples, ou gosto ou não gosto. Não há discussão possível.
Explicar o porquê de gostar já é diferente.
Partilhar os gostos, também.

Compreende o meu motivo de não haver discussão com o facto de gostar ou não gostar?
De antiego a 6 de Novembro de 2009 às 00:24
Eu gosto muito de chocolate. Eu gosto muito dos Madredeus. Eu gosto muito de andar de bicicleta. Eu gosto muito da Susana. Eu gosto muito de Kafka.
De Dolores a 6 de Novembro de 2009 às 00:34
Eu gosto de coca-cola. Eu gosto de Queen. Eu gosto de fazer campismo selvagem e caminhadas. Eu gosto muito do Xavier. Eu gosto muito de ler: José Rodrigues dos Santos; Shakespeare; Luís Spúlveda; Rosa Lobato de Faria; Isabel Ricardo; Victoria Hislop; Sveva Casati Modignani; Joanne Harris; Miguel Esteves Cardoso; Manuel Alegre; Fernando Pessoa; Florbela Espanca; etc...

Posso dar a minha opinião sobre cada um dos livros que li ou sobre os autores que mais gosto e os que mais me desiludiram.
De antiego a 6 de Novembro de 2009 às 00:57
O que eu quero dizer é que há gostos e gostos. Acho bastante pertinente que gosto seja a mesma palavra para um nosso sentido. No sentido mais rigoroso assenta nada mais verdade que gostos não se discurem. Agora, audições, visões (leituras) já se discutem.

Diria que cheiros também não se discutem, nem apalpões.

Deixemo-nos de tangas, todos nós fazemos juizos, avaliamos as outras pessoas pelos seus gostos. E depois venham-me com essa do politicamente correcto:
- Ai, gostos não se discutem.

Pois, gosto de chocolate. Ai, há tanto para dizer sobre o chocolate e porque gosto dele, mas isso fica paara um livro.
De Dolores a 6 de Novembro de 2009 às 10:17
Um site que tenho nos favoritos:

http://www.citador.pt/pensar.php?op=10&refid=200805150900

A palavra «gosto» tem vários significados.
De Dolores a 6 de Novembro de 2009 às 00:49
Eu não gosto muito de Franz Kafka.

Acho que a sua forma de ver as coisas tem demasiada inevitabilidade labiríntica.
Esta é a minha opinião que é perfeitamente discutível, claro.

De Dolores a 6 de Novembro de 2009 às 09:29
O meu nome é Dolores e eu sou cocacólica.
(6 de Novembro de 2009
Reunião dos Cocacólicos anónimos)

Gosto de coca-cola.
Porquê?

Não é por causa da cor. Gosto de cerveja branca e não gosto de cerveja preta.

Talvez seja pelo gás.
Gosto de bebidas com gás, mas beber uma água das pedras não é a mesma coisa que beber um copázio de coca-cola. Nada a ver com.

Pelo cheiro, talvez?
Ná. Há espumante italiano com cheiro a rosas e não gosto nada dele.

Por ser doce?
Talvez. Não.
A minha segunda bebida preferida é espumante e tem que ser bruto, se for seco ou mesmo meio seco já não vai muito bem.
(Uma murganheira super reserva... xiiiiiiiii)

Então porquê?
Porque me dar prazer a beber.
Por faz o meu palato explodir de contentamento.
Porque, inconscientemente, fico mais feliz.

Que raio de opinião é que isto pode ter?
A não ser de eu ser passada dos carretos e valorizar porcarias...?
Sim, porque dizer que a coca-cola é boa, não posso dizer. É um cockteil carregado de calorias, sem vitaminas ou qualquer outra coisa que, nutricionalmente, seja benéfico.

É compreensível?
Claro que é.
São gostos.
E gostos não se discutem.
Apresentam-se.
Justificam-se. Às vezes.
:D
De antiego a 6 de Novembro de 2009 às 10:32
Uma coisa é descreveres uma bebida que gostas, outra coisa é uma obra de Arte.
De Dolores a 6 de Novembro de 2009 às 11:00
Ok. Aceito o desafio.
(era um desafio, não era?)

Este ano fui de férias a Milão.
Entre uma carrada de coisas que vi e adorei, a visita ao Museu da Ciência e da Tecnologia marcou-me bastante.
Adorei.

Adorei porque tenho uma paixão por Leonardo Da Vinci e este museu está de tal forma virado para ele que se lhe mudassem o nome para Museu Da Vinci, quase ninguém iria reparar.

Vi muitas obras de arte, consagrações da ciência.
Perante a enorme litografia do homem de Vitrúvio senti uma emoção tão forte que quase chorei. Passeei pelo museu com um sorriso à Mona Lisa.
Gosto de Leonardo Da vinci porque sim.
Gosto das invenções dele porque refletem a enorme inteligência e dedicação à vontade de saber e descobrir.

É claro que as razões que me levam a gostar do homem e dos seus enormes contributos científicos, tecnológicos e alucinogénios são um reflexo do que sinto e podem ser discutidas.

Porém o simples facto de eu gostar...

Encaro a coisa como se fosse constituída por duas partes:
Aquela do gostar ou não gostar.
Sim ou não.
E a outra, fruto da nossa própria racionalidade, que procura explicar ou justificar o porquê de sentir.

Isto é bater tanto no ceguinho que, neste momento, além de cego o gajo já deve estar morto. rsrsrsrsrs
De antiego a 6 de Novembro de 2009 às 11:39
Senti as tuas vibrações de gostar. Mas se disserem somente "gosto do Da VInce porque gosto, o gajo é demais, é o máximo, não há outro igual" - para mim é como estar a dizer que gosta do gelado Magnum.
De Dolores a 6 de Novembro de 2009 às 12:48
Óptimo.
Ainda bem e precisamente.

A parte do "eu gosto" ou "eu não gosto" pertence a cada um, mas quando conseguimos transmitir a outras pessoas o que sentimos, a razão do gostar ou não... Dá uma nova dimensão e sentido à "coisa".
Isto é comunicar verdadeiramente.
Torna-se então mais fácil dar a nossa opinião sobre o que a outra pessoa transmitiu.

Não sei se me faço entender ou se estou a ser terrivelmente teimosa.

Compreendo o teu ponto de vista.
A sério que sim.
De Ella pede autorização para entrar a 5 de Novembro de 2009 às 22:00
Não vou comentar o combate Virgem Suta vs Deolinda, porque não aprecio muito este(s) género(s) musical(ais). Apesar de ouvir melhor os primeiros que os segundos.

Quanto aos filmes versão "O crime do padre Amaro" já tenho algo a dizer.
A versão mexicana não é de grande qualidade.
A versão portuguesa, para além de ser melhor, ainda tem a Soraia Chaves e o Jorge Corrula como actores principais, o que, por si só, já dá um substâncial impacto visual. Positivo, entenda-se.

Nem vou falar de que o que é nacional é bom porque há casos flagrantes que provam o contrário.
Contudo, reconhecer o que temos de bom (menos ou mais), ainda que se trate de uma imitação...
É de certa forma, dar um pouco de cor ao cinzentismo que grassa há décadas neste país de sofredores e coitadinhos.

Além de que, este mundo é dos imitadores.
Existem em todo o lado, em todos os países.
Quando um raro, muito raro, iluminado, tem uma ideia nova, fantástica ou não, há sempre outros, melhor posicionados na vida, que ou o imitam ou se apropriam da ideia.
Acreditemos na bondade das pessoas e passamos a ver imitações, só e apenas.

Imitar não é mau.
O que está mal é quando se imita e se faz pior do que o que foi imitado.
De antiego a 5 de Novembro de 2009 às 22:40
Gostei da resposta. Há aqui tb uma questão de gostos. Não conheço a versão Mexicana. Mas a versão Porguguesa parece-me: "Mostra as mamas da Soraia e é exito garantido".

Há imitação assumidda, eu sou contra a não assumida, a chamda de plágio
Mesmo na ssumida, mais vezes a versão é pior que o original. E quando a versão é bem melhor que o original, é tão bom que há criação, ou seja, parece um original.
De Ella já perdoada a 5 de Novembro de 2009 às 23:29
lol
Até eu que sou mulher, reconheço que a Soraia Chaves é boa como o caraças.
Mas o filme não se resume à boazona, embora seja uma parte substâncial do filme.
Se a Soraia fizesse filmes pornográficos - suponho que nunca fez - o filme não venderia tanto como este. Acho eu. rsrsrsrs

Comparando os dois filmes, têm os dois diferenças relativas ao livro do Eça. Penso que a versão portuguesa está muito melhor conseguida.

Este assunto faz-me ser audaz e propor um tema para um futuro post, caso interesse e nunca tenha sido abordado aqui.
Adaptações cinematográficas.
Eu prefiro ler o livro primeiro, sempre.
De todos os casos que conheço, só um ou dois faz justiça ao livro. Nos restantes casos o filme deixa sempre um travo amargo, revelando-se de qualidade inferior ao livro que lhe deu origem.
De antiego a 6 de Novembro de 2009 às 00:00
Isso é um tema muito batido. Faço menção a isso no meu post "Grande Escritores, pessoas banais" quando falo da Isabel Allende, acho eu.

O filme que eu vi mais fiel ao livro é o "The Go-Between". Não é que tenha de ser fiel. É a tal versão.
De Falé a 5 de Novembro de 2009 às 23:47
Se os gostos não se discutem então não havia comentários em blogues, parece-me claro. A questão é mesmo uma questão de gosto. Há coisas boas e más e dentro dessas coisas gostamos ou não. Eu, por exemplo, não gosto de Alicia Keys, mas dou valor ao espectáculo que tem e reconheço qualidade nas canções e nos arranjos que faz, mas por outro lado adoro enapa2000 e sei que aquilo roça muitas vezes o mau. Em relação aos Deolinda, gosto e reconheço bastante valor e qualidade no que fazem. Aceito perfeitamente que outros não gostem pela peculiaridade do som e a aparente ligeireza dos temas (hoje ninguém está habituado a aprofundar as singularidades do que vê ou ouve e por isso lambe-se a camada superficial quando o melhor do bolo está mesmo para quem se dá ao trabalho de o descobrir, mas felizmente não estou sozinha nesta minha opinião, há mais uns bons milhares de pessoas não só em Portugal como no estrangeiro que concordam comigo). De Virgem Suta gosto mas as canções soam todas iguais. Oquestrada não gosto do que ouvi, demasiado espalhafato para pouca coisa. De música estamos conversados.
Em questão de cinema, temos coisas muito boas e muito bem feitas. Acho que o problema não está só nos realizadores ou quem faz o filme, mas também quem o consome. Já que se fala em cinema, deixemos os crimes dos padres amaros e falemos de cinema português de qualidade. Alguém aqui viu o "Querido mês de Agosto"? Alguém viu mais de 3 filmes do César Monteiro? E Manuel de Oliveira? É tudo uma questão de gosto, uns não gostam outros dizem que gostam mas não viram, mas sobretudo acho que falta um pouco mais de educação a muita gente, não só musical como cinematográfica. Depois sim, falamos de música e cinema com opinião e sabemos todos do que estamos a falar quando falamos de originalidade... sem erros de paralaxe nem ortográficos...
De antiego a 6 de Novembro de 2009 às 00:03
Que quer dizer com "aprofundar as singularidades do que vê ou ouve"?

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