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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Ajudar e apanhar na Pinha

            Como se sente uma pessoa que ajuda outra e acaba por levar na pinha dessa pessoa que ajudou?

            Coitadas das pessoas que ajudam, precisam de se sentir bem com elas próprias a ajudar alguém. Há aquelas pessoas que apelam ao que de melhor há em nós. São aquelas pessoas ideais para nós mostrarmos às outras e sobretudo a nós próprios e a deus, que nós somos pessoas boas e de grande coração.

            A gente ajuda uma pessoa em necessidade, carente, só, ela acha que nós somos muito fixes, quer mais ou pelo menos que as coisas continuem desse modo. A nossa ajuda acaba por ter limites. E à primeira nega, à primeira rejeição, a nossa amiga revolta-se e diz cobras e lagartos de nós. Os U2 já dizem “Amigo é alguém que te deixa ajudá-lo”.

 

            Uma gaja telefona a um tipo que mal conhece, mas até simpatizam um com o outro, às 5 da manhã. Diz que se vai suicidar. Pede-lhe para vir ter com ela. O gajo lá se levanta para a boa acção do dia e apanha um táxi para outra ponta da cidade. Lá a acalma e trá-la para casa. Dá-lhe o sofá para ela dormir e se recompor. Dá-lhe de comer. Ela alegra-se, fica melhor e entusiasma-se de tal maneira que já fala em ficar lá em casa a morar. O tipo ainda vai embalado orgulhoso com a sua benfeitoria. Com tanta simpatia nem se pensa muito.

            Mais tarde põe-se a pensar sobre o assunto e chega à conclusão que partilhar a casa com uma meia-desconhecida com tendências suicidas talvez seja demasiada bondade e que não será isso que o vai contar no dia do juizo final.

            Acaba por lhe telefonar e dizer-lhe que não dá. A gaja passa-se da cabeça e só não vai à casa dele talha-lo às facadas porque isso dá prisão.

            E não, a gaja era feia e gorda comó caraças! Se calhar é por isso que não era boa ideia ficar lá a viver.

 

            Uma samaritana acolhe um pedinte esfomeado na rua e dá-lhe guarida durante 4 semanas. Sente-se como se estivesse a salvar uma vida. Começa a saturar-se de tanta bondade, o tipo tem uns hábitos esquisitos, é pouco asseado, não tem modos à mesa. Congratula-se por já ter feito a parte dela por um mundo melhor. Convida-o a sair de casa e dá-lhe boas indicações para ele procurar ajuda junto às autoridades. Instituições de acolhimento, locais da sopa dos pobres, etc. O tipo revolta-se, queria mais, queria continuar. Como alguém pode ser tão cruel que ponha um sem-abrigo fora de casa? Acaso não tem coração?

 

            Terá ele razões para se revoltar? Segundo a torta lei dos casamentos, tem. Então a gaja habitua-o a um nivel de vida e depois tira-o, sem mais nem menos !!!

 

            Pois, isto liga-me a esta questão dos fabulosos divórcios que dão direito a uma pensão de alimentos ao conjuge menos favorecido materialmente.

            Como é que é possivel uma pessoa casar com alguém e depois se ver obrigado a pagar-lhe uma pensão vitalicia só porque habituou-a mal, a um melhor nivel de vida?       

 

            Já não é suficiente uma pessoa gozar do alto nivel de vida da pessoa com quem se junta, enquanto vive com ela?

            Isto é um negócio da China. Aliás, chegaram-me a contar que isto já era um esquema nos EUA. Gajas à caça de ficarem bem na vida, ganhando uma reforma vitalicia ainda jovens.

 

            Há quem defenda que é bem melhor viver sempre na merda do que conhecer o paraíso e depois o tirarem. Nada mais idiota. Isto é de pessoa que nasceu rica e depois ficou pobre.

            Acreditem que preferia viver um ano de paraíso e depois voltar ao inferno do que viver sempre no inferno sem nunca ter provado o paraíso. Ou seja, não tenho dúvidas que “mais vale ter amado e ter perdido do que nunca ter amado”.

 

            Há um tipo romantico que se apaixona por uma mulher com a vida desfeita. Casa com ela, refaz-lhe a vida toda, dá-lhe carinho, amor e todas as condições. Mais tarde a gaja farta-se dele e a coisa dá em divórcio. E o gajo fica a sustenta-la para o resto da vida. Tudo defendendo que é pecado uma pessoa melhorar a vida de alguém e depois deixar de alimentar essa vida. Pois, quem dá e tira merece… as crianças sabem deste ditado.

 

            que  o homem continua a proporcionar um minimo nivel de vida á ex-mulher, devia também evigir um minimo de nivel de vida que tinha quando estava casado com ela:

- Ok, eu pago a pensão de alimentos, mas a verdade é que também estou mal habituado. Esta gaja habituou-me a ter sexo 2 vezes por dia. Ela dar-me sexo 2 vezes por semana não é pedir demais.

 

publicado por antiego às 14:11
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9 comentários:
De tou anónima, não me chamo helena a 9 de Novembro de 2009 às 19:28
Isto dá pano para mangas......

Essa lei do casamento de após o divórcio o mais favorecido ter de garantir ao outro o mesmo nivel de vida que tinha durante o casório é muito relativa.

Se é verdade que em determinados casos é realmente óbvia a injustiça e inclusivé o aproveitamento da situação, noutros a coisa não é tão objectiva.

Vamos dar como exemplo o casal que começa no mesmo pé de igualdade. Casam jovens, com uma mão à frente e outra atrás.

Em vez de seguirem aquele esquema da anedota, de ele tirar a mão da frente e ela a de tras e montarem um negócio prospero, optam por ir trabalhando e fazendo pela vida, em conjunto.

Entretanto vêm as crias. Nesta altura um deles terá de condicionar a sua carreira para assumir mais esta responsabilidade. Normalmente pesa-se os pós e os contras e por muito que o outro ajude há sdempre um que acaba por abrir mão de fazer horas ou de possiveis promoções que implicariam investimento de tempo. Haverá excepções, mas normalmente é a mulher.

A carreira do outro vai progredindo, assim como o ordenado. A do outro estagna. Mas está a participar activamente nos "lucros" do outro e no estilo de vida que podem ter graças a isso. Um investe com trabalho o outro a assumir uma responsabilidade que seria de ambos. Há um equilibrio.

No final chateiam-se, a coisa dá para o torto e dividem trapos e filhos.

Um a ganhar 5000 por mês o outro 600. No entanto o esforço para os tais 5000 e para o estilo de vida corrente foi, de forma diferente, de ambos....

Moralmente parece-me justa a pensão de alimentos.

Noutros casos, e são realmente mais que muitos, claro que não.

No caso do tal gajo rico que casa com a puta de estrada e a transforma numa senhora que acaba por dar à soleta, realmente a lei deveria impor essa contrapartida do sexo. Seria mais que justo.

Mas há sempre as excepções. Não tenho nada contra as pensões de alimentos (embora não receba nenhuma) tenho contra os critérios que usam para as atribuir.

Há casos em que da-las não é um acto de bondade, é mesmo de justiça.



De antiego a 10 de Novembro de 2009 às 11:27
É óbvio que eu não estou a falar desse tipo de casamentos. Casamentos como esses eram a regra no tempo dos nossos pais e claro que mereceriam a pensão de alimentos.

Espero que tenhas pensão de alimentos para o teu filho.
De tou anónima, não me chamo helena a 10 de Novembro de 2009 às 14:32
Eram a regra no tempo dos nossos pais, mas ainda há casos desses, A mulher normalmente já trabalha, é um facto, mas quando toca a investir va carreira, havendo filhos normalmente está mais condicionada que o homem.

No meu caso foi então um casamento à moda do tempo dos nossos pais. Sempre trabalhei, mas deixei a parte da ascenção profissional para o marido, ficando eu com as responsabilidades não renumeradas.

Sim, de vez em quando recebo a pensão de alimentos do meu filho. :)
De antiego a 10 de Novembro de 2009 às 15:00
Bem, nesse caso terias direito a aluma compensação.

E na pinha? Já ajudaste e levaste na pinha?
De Dolores a 10 de Novembro de 2009 às 16:56
A pergunta não foi feita para mim mas gostava de responder na mesma.

Eu já ajudei e levei na pinha.

Uma das vezes foi com uma senhora que vinha beter-me à porta a pedir água ou alguma coisa para comer.
Como água não se nega a ninguém e mais vale pedir comida que dinheiro, lá fui dando umas coisitas.
Mais tarde apercebi-me que havia duas crianças pequenas e passei a dar iogurtes, leite, fruta e atá alguma roupa.
Danou-se.
Então não é que, desde esse momento, a mulher para além de pedir mais vezes ainda se atrevia a pedir outras coisas e a refutar o que lhe tinha dado na vez anterior!!!!?????......
Tipo:
O leite da semana passada estragou-se rápido, não tem outra marca que seja melhor?

Outra vez foi:
O pijama que me deu tinha um botão a menos.

Porra.

Tive que acabar com aquilo e dizer-lhe que não lhe dava mais nada. Chamou-me egoísta e mal educada.

Não há pachorra.
De antiego a 10 de Novembro de 2009 às 19:00
lol, isso é o sub-caso "pobre e mal agradecido". Também há o "cuspir no prato que se come".
De tou anónima, não me chamo helena a 10 de Novembro de 2009 às 19:59
Então não! Já levei na pinha várias vezes por ajudar.

A ultima vez foi uma senhora que tomava conta do meu filho enquanto eu, preta (não me venham moralistas a chamar racista que eu grito) com isenção de horário=escrava, trabalhava por vezes até à 1/2 noite.

Chegava às Tantas, mas ela que andava nas novas oportunidades tinha sempre um trabalho no computador no qual tinha duvidas. Digamos que acabei por fazer 70 a 80% de todos os trabalhos.

O marido entrou para as novas oportunidades também e lá comecei a "ajuda-lo" também.

Uma vez pediram-me determinado trabalho e eu disse que era completamente impossivel. Estava de rastos, tinha trazido trabalho urgente para fazer em casa...era-me mesmo impossivel.

Deixaram de me falar e vim a saber por outros que lhes disseram que por minha causa não puderam entregar o dossier a tempo para ser avaliado.

Ora toma lá!
De Loura mas não burra a 10 de Novembro de 2009 às 12:44
O meu marido é avaliado no emprego.
Quando anualmente, chega a casa e diz que teve uma das melhores classificações, respondo-lhe invariavelmente que parte dela me pertence.
Sim, a mim.
Eu que também tenho o meu emprego - até ganho mais mas isso não importa - ainda tenho a responsabilidade de ser a mãe sempre presente - dos nossos filhos, a cozinheira de serviço e a esposa. Nesta última não dou negas. Se houvesse motivos para refilar seria eu a fazê-lo.
Se em caso de divórcio ele me pedisse uma pensão de alimentos... bem, no mínimo ficaria furiosa. Chamar-lhe-ía todos os nomes (feios) e mais alguns (ainda feios - talvez em Inglês ou francês).
Mas se tivesse uma panela na mão... só iria ter pena se não tivesse água a ferver.
Pelo menos assim justificava-se a pensão.
Nã. Nem assim.
De antiego a 10 de Novembro de 2009 às 13:20
É outro caso pontencial de grande injustiça.

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