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Domingo, 29 de Novembro de 2009

Poder Maternal

            Há 2 semanas passou uma reportagem na TV sobre as mães divorciadas que alienam os pais aos seus filhos. Ou seja, é a mãe divorciada que faz tudo para cortar a relação que o filho tem com o pai, ou chamemos-lhe desvinculamento. As tácticas usadas são das mais baixas que vão desde impedir o contacto entre pai e filho, simplesmente evitando encontros com o pai, ou meter minhocas na cabeça ao filho fazendo-lhe ver que o pai não presta.

            A conclusão desta boa reportagem é que as mães têm a faca e o queijo na mão. Fazem o que querem e saiem completamente impunes. Os pais, senão pagam a pensão de alimentos vão para a cadeia.

 

            Isto tem que mudar. Que se pode fazer em relação a uma mãe insidiosa que vive a envenenar o filho contra o pai? Esta é a parte mais dificil. A solução que vejo é arranjar forma de as mães serem avaliadas por um psicologo. Como serão avaliadas e a propósito de quê, é que seria uma coisa de estudar. Não precisa de ser uma coisa ostensiva. Por exemplo: anualmente, agentes da segurança social, psicologos, assistentes sociais, fariam uma entrevista à mãe e filho à laia do estado acompanhar a educação da criança. Podemos ir mais longe e requerer que filhos de pais divorciados sejam acompanhados, ainda que esporadicamente, por uma unidade de pedo-psiquiatria, visto tratarem-se de crianças potecialmente de risco. Quando um pedo-psiquiatra avalia uma criança também está a avaliar a mãe.

            Falo disto porque na referida reportagem, a mãe entrevistada era obviamente uma mulher perturbada e doentia.

 

            Quanto à mãe impedir o convivio entre o filho e o pai, a coisa é muito mais simples. Numa regulação tipica de poder paternal vem além da pensão de alimentos, os periodos em que o pai tem direito a estar com a criança. Normalmente um fim de semana de 15 em 15 dias e o natal ou passagem de ano, em anos alternados. O que acontece na realidade? A mãe, apetece-lhe, porque anda mal-humorada ou porque se sente encornada de o ex-marido (lol,  ou ex-pai) ter arranjado outra mulher, não levar a criança ao pai um fim de semana ou outro, ou o natal. No caso da reportagem o pai não via os filhos há cerca de 2 anos.

 

            Como contornar esta situação? Deixar tudinho preto no branco. Ficar ditado da regulação do poder paternal tudo ao pormenor. Não é que tenha de ser seguido à risca, mas é o que vale por omissão. Concerteza que entre pais que se dão bem ou pais civilizados, tanto rigor não será necessário. Muitas vezes dará jeito trocar um fim de semana com outro ou até o natal.

            Os contractos, as regras escritas no papel, existem para quando as pessoas não se dão bem e não conseguem chegar a acordo. Neste caso o pai ficaria protegido. Senão vejamos:

            Fins de semana com o pai. Sim, mas quais fins de semana? Tem que ficar explicito. As semanas são numeradas, embora nós, os portugueses, não usemos muito essa numeração. Tem que ficar, por exemplo, que o pai tem direito a ficar com o filho os fins de semana das semanas impares. Do mesmo modo, por exemplo, o pai tem direito a passar o natal com o filho todos os anos par, e as passagens de ano nos anos impares. Também deve ficar estipulado quem entrega o filho a quem, quando (dia e hora exactas) e aonde.

 

            Face a isto, não havendo bom entendimento entre os pais, caso a mãe falhe com o acordado de não aparecer ou não estar para o fim de semana do pai, o pai poderia dirigir-se a uma esquadra da policia para reclamar o filho – caso pensasse que a mãe estaria a agir de má fé. A policia procederia ás diligências para o filho aparecer para o fim de semana com o pai. Porventura começaria por telefonar à mãe notificando-a que o pai estaria ali à espera do seu filho, convidando-a a entregá-la. Claro que a mãe poderia se defender argumentando que sim senhor, foi a casa do marido, mas ele não se encontrava lá. Isso pouco importa, já são pormenores. Se um ou outro está a mentir, já é uma coisa entre eles. Se quiserem metam-se em tribunal, arranjem testemunhas, matem-se.

            O objectivo aqui é assegurar que a regulação do poder paternal é cumprida, ou seja, entregar a criança ao pai. Ao interesse da criança e ao direito do pai.

 

             De outro modo, as mães poderão continuar a cantar:

- I´ve got the Power!

publicado por antiego às 23:22
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37 comentários:
De sopro-do-coracao a 30 de Novembro de 2009 às 09:30
Por isso é que eu sou a favor da guarda partilhada. Onde a criança (ou crianças) fiquem periodos de tempo iguais com ambos os pais. E também não há lugar ao pagamento de pensão de alimentos, mas sim à divisão das despesas dos filhos, escola, saude e afins. Nestes casos (que conheço) as despesas correntes cabe a cada um dos pais, no periodo em que estão com os filhos.

Quanto tempo é esse, e como é repartido, já será motvo a debater entre os pais. Tenho conhecimento de dois casos nessa situação. NUm dos casos, a "troca" é mensal, cabendo ao outro os fins de semana desse mês. No outro caso, a "troca" é semanal. Quanto ao Natal, Passagem de Ano , Aniversários e afins, senceramente não sei como fazem, nem num caso nem noutro.

Mesmo nos casos em que a relação entre os pais é má, as coisas funcionam melhor para os miudos. Por acaso, num dos casos que conheço, os pais apenas "falam" entre si via sms ou e-mail. Mas tanto quanto sei, nenhum deles é desiquilibrado e diz mal do outro.

Quanto há filhos de pais separados, e um dos pais é nitidamente desiquilibrado, não há regra de poder paternal que resista.
De antiego a 30 de Novembro de 2009 às 20:54
Bolas, coração, mas eu ando a falar para o boneco? Eu escrevi este artigo precisamente para as mães/pais separados que são desiquilibrados, sugerindo regras para controlar esses dementes.

Achas mesmo que não há nada a fazer? Achas que o que eu sugeri é impraticável?
De sopro-do-coracao a 1 de Dezembro de 2009 às 12:52
O que eu acho, é que quando as pessoas são desequilibradas, só há uma coisa a fazer. Tratar esse desequilíbrio.

No entanto, as relações entre as pessoas são muito complicadas. E no caso das separações/divórcios, quando um dos elementos não seguiu com a sua vida para a frente as coisas são muito difíceis. E quando há crianças no meio, ainda pior.

E respondendo agora a tua pergunta... sim, acho que é perfeitamente praticável. No entanto, os desequilibrados, vão continuar a "furar" os acordos.

De antiego a 1 de Dezembro de 2009 às 15:31
Sim, e mesmo que cries a policia e coisas mirabolantes como tribunais, vão continuar a haver homicidios e assaltos
De sopro-do-coracao a 1 de Dezembro de 2009 às 22:11
De facto tens razão... Vai sempre haver quem fure o sistema.

De antiego a 3 de Dezembro de 2009 às 12:34
Acho curioso eles falarem só por e-mail. Isso parece-me que, embora digas que são equilibrados, já houve muita discussão.
De sopro-do-coracao a 3 de Dezembro de 2009 às 14:13
A relação entre eles é muito má. E de forma a minimizarem contactos, optaram por este tipo de contacto, pelo menos para já. E quando digo que são equilibrados, é no que diz respeito à filha. Não usam a miúda como arma entre entres, e tentam dentro do possivel dar-lhe um ambiente estável.

Nenhum deles fala mal do outro à filha (nem permitem que terceiros o façam).

Era a este tipo de equilibrio que eu me referia.



De Dolores a 30 de Novembro de 2009 às 09:57
Nisto, tal como em tudo na vida, deve imperar o bom senso.
Estamos a falar, ou deveríamos estar a falar de crianças e não dos pais. Esses são adultos e têm que se portar como tal.
Sim, eu sei, as coisas não são bem assim.
Mas caramba, nem tanto ao mar nem tanto à terra.
Há mães que envenenam os filhos contra o pai, certo. Contudo, há pais que fazem o mesmo e pior, deixam as companheiras actuais falarem mal das ex em frentes dos putos.
Também há casos de pais, homens, que durante o tempo que passam casados, nao fazem nada pelos filhos; não brincam com eles, não falem com eles, não se preocupam com eles, não se levantam para ver se estão bem de noite, etc... etc... etc... and go on.
Depois, ficam todos foleiros da vida porque não veem os putos durante uns tempos. Alguns até os deixam com os avós ou tias nos fins-de-semana em que os têm com eles.
Ou seja:
Há maus exemplos de conduta nos doiss lados.
O mais importante seria dar a ambas as partes um curso intensivo de responsabilidade.
Fazê-los crescer e olhar para os filhos como gente e não como armas de arremesso.
De antiego a 30 de Novembro de 2009 às 20:58
Pois e há pais que o são sem saberem, e pais que o não são, e pais do PSD e pais benfiquistas, etc.

Repito: escrevi este artigo porque há pais que são desiquilibrados e não têm bom senso. Neste caso é preciso criar regras mais duras e rigorosas.
De tou anónima, não me chamo helena a 1 de Dezembro de 2009 às 03:33
É verdade. Filhos são usados como armas de arremesso contra os ex. Por dor de corno, porque não pagam a pensão, porque não se gosta da nova/o companheiro, ou só porque se acordou mal dispostio e apetece embirrar com alguém e a criança que o outro também ama ou por quem também tem responsabilidade é o melhor meio.

Assisto regularmente a situações dessas. Revoltam-me.

O pai do meu filho é daqueles que frequentemente me deixa "pendurada" com a pensão de alimentos do miudo. E ainda responde torto se lhe menciono o facto.
Mas NUNCA, NUNCA, usei o miudo para resolver ou castigar pela situação.

Mas essa avaliação seria muito complicada....

Por exemplo, o meu filho durante algum tempo recusava ir para o pai. tentei falar com ele e perceber. tentei convence-lo. Não queria e ponto. Não obriguei. O pai entrou em guerra que era eu que não deixava e dava o miudo como desculpa.
Até a minha sogra ligou a dizer que eu não deveria fazer isso, e por mais que explicasse que era o menino que não queria ir e que após tentar convence-lo não o obrigaria, continuava com o discurso do "é obvio que parte de ti, o miudo adora o pai".

Mais tarde quando o pai se separou o miudo tornou a querer ir de novo e acabou por contar que a rapariga estava sempre a falar mal de mim....

Nem tudo é o que aparenta ser.

Como se avaliaria uma situação destas?
Dificil.-.....
De antiego a 1 de Dezembro de 2009 às 15:28
O pai de vez em qdo nao paga e pronto? fica um mes por pagar, é?

O miudo nao queria ir para o pai- O pai veio busca-lo?
De tou anónima, não me chamo helena a 1 de Dezembro de 2009 às 18:45
O pai vai pagando. A pensão, as despesas que deveriam ser repartidas já nem me dou ao trabalho de pedir pelo desgaste a que isso leva.
Mas é frequente haver um mês ou outro em que não deposita o dinheiro e nem havisa nem dá justificação.
E quando o miudo não quis ir para o pai, ele fez todo aquele numero mas realmente não o veio buscar.
De antiego a 1 de Dezembro de 2009 às 21:01
Está estipulado quem entrega o miudo a quem?

quer dizer: ficam meses por pagar?

normalmente o juis decide uma pensao e nao ha despesas repartidas.
De tou anónima, não me chamo helena a 2 de Dezembro de 2009 às 00:06
Foi estipulada uma pensão e os extras a mielas.
O pai vir buscar a criança.
E sim, ficam meses por pagar.
De antiego a 2 de Dezembro de 2009 às 01:13
Para reclamar dos meses que não paga basta enviar uma carta ao tribunal.
Quais são os extras?

Se ele o vai buscar, não se pode queixar de tu o impredires de ver. Como é mesmo aquela histólria da sogra?
De Ella a 1 de Dezembro de 2009 às 20:24
É claro que concordo com a existência de regras mais duras e rigososas.
Apenas achei que o post estava mais numa de defesa dos pais (homens) que sofrem horrores nas mãos das mães desmioladas.
É evidente a existência da maus exemplos quer de um lado quer do outro.
Acho triste que pessoas que amam os seus filhos- acredito piamente que amam - se deixem levar pela necessidade de magoar os ex-companheiros e utilizem/manipulem precisamente quem amam para a atingiram o alvo do seu distúrbio.
Devia haver acompanhamento psicológico das crianças nessas situações. Quase à semelhança do que acontece nos casos de adopção.
Sei que em termos logísticos este acompanhamento é praticamente impossível, contudo para quando campanhas de sensibilização nesse sentido?
Há campanhas para tudo, podia haver uma para estes casos. Assim, quando uma situação se revelasse particularmente difícil poderia ter uma intervenção por parte de outras entidades, tipo tribunal de menores, assistência social, etc...
Sinceramente não sei ao certo, mas acredito que poderia fazer uma diferença grande.
De antiego a 1 de Dezembro de 2009 às 21:06
Porquê repetir e prafrasear coisas que escrevi?

O post é um ataque aos pais que têm a guarda e abusam do poder. toda a gente sabe que a guarda fica com a mãe. se calhar em 95% dos casos. Nao, o post nao era sexista.

É engraçado verificar como as pessoas vêm sempre o outro lado da questão, acabando por fugir a ela.
De Ella a 2 de Dezembro de 2009 às 12:58
Xiiiiiiiiiii.
Será que eu estava demasiado insensível quando escrevi o meu comentário anterior ou será que estou demasiado sensível ao ler a tua resposta ao meu comentário?

Ver o outro lado da questão é tão importante como ver este lado da questão. Melhor, deveriamos ter o cuidade de ver e analisar todos os lados da questão, desta e de outras.

Fugir à questão em que sentido?
Não ignoro o problema.
Se calhar tenho uma opinião diferente, se é que é realmente diferente, por nunca ter estado no papel de mãe-perturbada-não-deixa-o-filho-ir-para-o-pai.
Nunca me divorciei e sou, acredito, suficientemente bem formada para não utilizar o meu filho como arma ou escudo na luta pelo poder paternal.

Em todo o caso, não queria ofender ou ferir a susceptibildade de quem quer que fosse, muito menos do patrão da casa.
O post não é sexista mas evidencia apenas um dos lados. Mas nem é por aí que eu quero ir.
Muito sinceramente acredito que, aqui desculpa a repetição, o acompanhamento psicológico das crianças é fundamental bem como campanhas de sensibilização para esta problemática.
Avaliar pais é complicado mas avaliar uma criança é relativamente fácil, não só por serem crianças mas porque é mais aceite pelos pais, problemáticos ou não.
Estou a ser pedante?
Insensível?
Indiferente?
De antiego a 2 de Dezembro de 2009 às 23:20
Desculpa, fiquei furibundo com toda a gente. Estava à espera de outras respostas-

Estava à espera que comentassem as medidas que propús ou que propusessem outras. Queria centrar a discussão em medidas praticas de combate a falhas dos pais.
Devia ter sido mais tolerante e perceber que se quer falar sobre o tema em geral.

Sim, o acompanhamento psicologico da criança, e aproveitando a ocasião, o acompanhamento psicologico do pai que tem a gurda da criança.
De Horizonte a 28 de Janeiro de 2010 às 01:48
Parece-me que a realidade é bem diferente do que aquela que transmitem aqui... Cada vez mais se houvem relatos de pais (homens) que não pagam a pensão de alimentos! Para quem está de fora pode parecer uma questão menor, mas para as mães que têm de pagar as contas sozinhas e passam a assumir na integra a educação da criança não é certamente! A manipulação das mães divorciadas a que chamas "desiquilibradas" é certamente consequência do comportamento irresponsável do pai... Sinceramente acho que é tudo uma questão de amor e PRESENÇA, sem estes muito facilmente as coisas descambam: o progenitor que fica com a guarda, fica também com muito mais responsabilidade e desgaste, filho(s) e mãe precisam de apoio, e este facto não pode ser menosprezado por quem não tem a guarda! No meu caso, no início defendi a guarda conjunta, incentivei as visitas, etc... o pai desempregou-se de proposito para nao pagar a pensao de alimentos e actualmente está no estrangeiro, sem que lhe conheça a morada: tem uma dívida de 5700 euros, e é claro, continua indisponível para a filha, que não vê há 3 anos. Nunca se preocupou com a saúde nem escola, nem com os sentimentos da filha. Hoje, como é obvio, não permitirei que ele volte a ver a minha filha, fiz demasiados sacrifícios para reconstruir o que ele destruiu, nem tão pouco aceito a questão do direito do pai, para mim esse direito perdeu a validade há muito tempo. Essa ideia da equipa a acompanhar a criança é optima! No meu caso teria os médicos e psicólogos a confirmar como um pai propositadamente ausente pode destruir e influenciar negativamente a infância de uma criança...
Desculpa estar na "oposição", mas não quis deixar de registar a minha opinião

www.paisquenaoamam.blogspot.com
De antiego a 28 de Janeiro de 2010 às 12:10
Aqui não há uma competição entre: há mais pais a não pagarem pensão de Alimentos ou mais mães a alienarem os filhos dos pais?

A questão aqui é que se um pai não paga a pensão de Alimentos e pode, pode ir parar à prisão. Se o pai não pode pagar, a mãe pode pedir ajuda ao estado que dará uma ajuda para compensar a pensão em falta.

Por outro lado, a mãe pode fazer o que quiser e sai impune. Quer melhor poder do que este?

O seu caso é trágico e está a levar esta questão a peito, como seria de esperar.
Mas pense naqueles pais, ao contrário do pai da sua filha, que são responsáveis e gostam de verdade dos seus filhos, mas as suas ex-mulheres porque são desiquilibradas ou estão ressabidas pelo ex-marido terem outra, fazem-lhe a vida negra e não olham a meios.

Por acaso viu a reportagem do que falo?
De Horizonte a 28 de Janeiro de 2010 às 13:58
Não vi a reportagem, mas gostava, e até já enviei um mail para a RTP a sugerir um programa prós e contras sobre o tema, mas nem sequer responderam... Acho que é urgente dabater este tema, mas honestamente, devem ser muito poucos os pais a que te referes, os que amam verdadeiramente os filhos e lhes dão prioridade acima de qualquer coisa. Por isso, é também importante perceber porque é que as mães têm essa atitude vingativa, não será porque o pai até nem se importou em VER o filho APENAS os 4 dias por mês? (realcei VER porque imagino que em muitos casos seja isso, apenas VER...) Não será porque o dia-a-dia de uma mãe solteira é super desgastante? Não será poque o ex-marido nem sequer é sensível a este facto? E olha que não é nada difícil passar a barreira da sanidade mental, quando se vive permanentemente em contra-relógio, sem amparo, quando se tem de cozinhar e ao mesmo tempo apoiar nos deveres da escola e ao mesmo tempo pensar se o dinheiro chega e ao mesmo tempo... SORRIR! Entendes? Para a separação correr bem, é necessário o esforço BILATERAL, sem que nenhum dos ex-conjugues fique sobrecarregado, e olha que ser pai apenas 4 dias por mês é muito cómodo para muitos homens! Falas muitas vezes nas mães serem vingativas porque o ex tem outra, mas devemos ver sempre as coisas pelo prisma da criança: "o pai tem outra" = eu estou em segundo plano = eu já não sou suficientemente bom para atrair o AMOR e a atenção do meu pai, etc.. Provavelmente reside aqui a questão... Porque fazem os ex-maridos tanta questão em mostrar que "arranjaram" outra, e ainda assim repartir com ela o pouco tempo que têm com o filho(a)? Deviam dedicar o tempo exclusivo ao filho, caso contrário, como fica a auto-estima do folho(a)? Tudo isto tem de ser bem medido!
De antiego a 28 de Janeiro de 2010 às 20:56
Tudo isso existe. Vejo que é uma mulher revoltada e com boas razões para isso.
Por ter tido o azar de ter escolhido o homem que escolheu, não culpe todos. Quer acredite quer não, há alguns, muito pouquinhos, homens que se salvam.

Por outro lado, há pouquissimas, aliás, em Portugal, conto pelos dedos de uma mão... há pouqissimas mães que, sem terem nada de grave a apontar ao ex-marido, são umas ressabiadas, cujo principal objectivo na vida tornou-se alienar o filho do pai.

Por capricho, estas mães mandam e desmandam a seu belo prazer. Decidem que o pai não vê o filho e acabou.

Se o seu marido não lhe paga a pensão, sempre pode requerer à segurança social um apoio monetário para subsituir a pensão em falta. E da próxima escolher um pai melhor.
De Horizonte a 29 de Janeiro de 2010 às 00:15
Muitas vezes surpreendemo-nos com as pessoas, e na maioria pela negativa, não é possível "escolher"... Podemos viver com uma pessoa a vida toda e não a conhecer de facto.
Relativamente às mães "ressabiadas", só vejo duas soluções possíveis: a mediação familiar, quando o diálogo ainda é possível. Ás vezes poderia ser suficiente um psicólogo, expor os sentimentos, mesmo depois do divórcio (porque não?) é o melhor caminho para refazer a vida e ultrapassarem as mágoas, no caso de ambas as pessoas não terem maturidade para o fazer individualmente. Aqui, acho que a iniciativa deveria partir de quem não tem a guarda, pois normalmente o outro está "ferido" e só vai ceder depois de alguns pedidos, certamente... De outro modo, só recorrendo à justiça, mas aqui a nova lei do divórcio já contempla punição para estes casos: Artigo 249.º "(...)De um modo repetido e injustificado, não cumprir o regime estabelecido para a convivência do menor na regulação do exercício das responsabilidades parentais, ao recusar, atrasar ou dificultar significativamente a sua entrega ou acolhimento; é punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias." É certo que quando a criança tem 12 anos, passa a ser ouvida, mas acho que se um pai cultivou um amor verdadeiro, a criança vai certamente querer vê-lo e portanto não tem nada a temer, não é?
De tou anónima, não me chamo helena a 28 de Novembro de 2012 às 23:43
Nao venho cá há muito mas esbarrei neste comentario. E nao deixa de ser uma coincidencia espantosa dado vir hoje de um pseudo-julgamento para regulação do poder paternal do meu filho de 23 meses.
Concordando que muitas mães utilizam os filhos como arma de arremesso, não posso deixar de corrigir a ideia que aqui leio de que e fácil para as mães exigirem as obrigacoes aos pais. A lei justica nao funciona para nenhum dos lados, não se iludam. Dou o meu exemplo: o pai do meu filho rejeitou-o a mascenca. Viu-o meia duzia de vezes, sempre contrariado e nunca por mais de 15 minutos. mesmo sem receber qualquer ajuda dele enviei mails a informar de festas da escola, consultas, enviei fotos, sugeri que desse uma volta com ele. Tentei tudo para que criasse elo afectivo. Sem feed back. Em novembro do ano passado desisti (estava quase com um ano) e avancei para o pedido de regulacao em tribunal. Mantive mesmo assim a abertura para que visse o filho. Nada. Em abril houve audiencia para tentativa de acordo. Nao deu em nada. Nessa altura ja eu achava que antes de ele levar o filho deveria haver uma fase de adaptacao pois tinha passado demasiado tempo como estranho. Pedi que fosse inserido gradualmente nas rotinas do menino. Nao aceitou. Queria leva-lo. O tribunal em decisao provisoria acedeu ao que ele queria. pura manobra para atrasar as coisas. Estamos no final de novembro e nunca o procurou. Nem pagou a pensao provisoria. Hoje, 1ano depois do pedido inicial seria o julgamento. Ja com imcumprimento reportado. Foi tb solicitado que apresentasse irs o que nunca fez. Chegados ao tribunal somos informados que a juiza tinha tido uma sessao longa e ou chegavamos a acordo e se resolvia (o que ja se tinha tentado na audiencia e nao resultou,sendo o motivo do julgamento),ou teriamos o julgamento adiado para setembro. Obviamente ele quis o adiamento! Nao apresentou irs, nao teve qualquer problema por incumprir....eu terei de esperar por novo imcumprimento do regime provisorio e que o tribunal apure os rendimentos dele atraves da seguraca social para poder avancar para penhora ao salario dele ou solicitar o fundo que o substitua no pagamento. Informaram-me que e imprevisivel o tempo de espera. Meses na certa. Nao digam que facilitam as coisas as maes e dificultam aos pais. Nao sabem do que falam. Digam antes que a justica nao funciona, isso sim.
De tou anónima, não me chamo helena a 28 de Novembro de 2012 às 23:48
Quanto ao escolher um pai melhor...tenho a bola de cristal avariada. Uma treta. Calculo que os pais que lidam com maes que agem de forma incorrecta tb tinham as bolas lixadas....acontece aos melhores.
De tou anónima, não me chamo helena a 28 de Novembro de 2012 às 23:48
Quanto ao escolher um pai melhor...tenho a bola de cristal avariada. Uma treta. Calculo que os pais que lidam com maes que agem de forma incorrecta tb tinham as bolas lixadas....acontece aos melhores.
De tou anónima, não me chamo helena a 28 de Novembro de 2012 às 23:49
Quanto ao escolher um pai melhor...tenho a bola de cristal avariada. Uma treta. Calculo que os pais que lidam com maes que agem de forma incorrecta tb tinham as bolas lixadas....acontece aos melhores.
De tou anónima, não me chamo helena a 28 de Novembro de 2012 às 23:49
Quanto ao escolher um pai melhor...tenho a bola de cristal avariada. Uma treta. Calculo que os pais que lidam com maes que agem de forma incorrecta tb tinham as bolas lixadas....acontece aos melhores.
De tou anónima, não me chamo helena a 28 de Novembro de 2012 às 23:50
Quanto ao escolher um pai melhor...tenho a bola de cristal avariada. Uma treta. Calculo que os pais que lidam com maes que agem de forma incorrecta tb tinham as bolas lixadas....acontece aos melhores.
De tou anónima, não me chamo helena a 28 de Novembro de 2012 às 23:50
Quanto ao escolher um pai melhor...tenho a bola de cristal avariada. Uma treta. Calculo que os pais que lidam com maes que agem de forma incorrecta tb tinham as bolas lixadas....acontece aos melhores.

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