"Espicaçar as consciências adormecidas"

.posts recentes

. Pretender

. FC Porto mais português!

. Os homens são todos iguai...

. Ninguém faz nada!

. A moda do brunch

. Lopetegui a treinador do ...

. Treinadores Portugueses

. Super-Mães

. Deve haver uma explicação

. E depois do Adeus

. Ginastica Mental

. Hino à prostituta

. Banco Alimentar

. Teoricamente barato

. Pessoas com Categoria

. UML: para pessoas que gos...

. 10 contra 11, não!

. Taxista Sportinguista

. Escolher um Bacalhau

. Só os Belos empacotam

. As leis não escritas

. EUA tinham que passar

. Programador burro

. Programador vs Eng. Softw...

. O Porto da minha Infãncia

. Fazer amigos

. Fui eu que inventei

. Pessoas bem-educadas

. Antigamente

. Jorge Jesus e P. da Costa

. AH! Apanhar uma Camioneta...

. Ser Benfiquista

. Ninguém sabia o que fazer

. Almas Gémeas

. Aprendendo a ser Jovem

. Homens Misteriosos

. Depois de Babel

. Melhor que Telenovela

. 25 de Abril para os Joven...

. No meu tempo

. FC Porto vergonhoso

. O Canal Q e a cidade

. Pessimismo e conspiração

. A fugir do próprio Ego

. Rabos e rabinhos

. BCP é bom camarada

. Palpites

. O Drama dos Penalties

. Tratamento de Psicologia

. Crise e Poupança

.arquivos

. Maio 2016

. Janeiro 2016

. Agosto 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Setembro 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Maio 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Frankenstein Matou o Culto

            No nosso grupo intelectual do Fórum havia o Jorge, que sendo da nossa idade não era universitário. Era um tipo extremamente simpático e doce, que meses mais tarde haveria de gamar a Paula ao Pedro, com a sua doçura.

            Em 1994, estreou o filme Frankestein de Mary Shelley. Segundo o que anunciaram, confiando no titulo do filme, este é um filme que conta a história do Frankenstein como a autora o criou.

            O Jorge levou esta cena à letra. Estava eu a passar no Fórum quando ele me chamou, com sua habitual simpatia e me recomendou vivamente a ir ver o filme:

- Este é o filme que conta a história verdadeira do Frankenstein, como a autora o escreveu, o trauma do Vitor Frankenstein, que o levou a criar o monstro, aquilo foi mesmo assim!

 

            Pronto. Se um gajo do nosso grupo de intelectuais diz que um filme segue à risca o livro original, não tem nada que enganar, meu!

 

            Azar do caraças. Anos mais tarde li o livro. Azar do caraças. Aquilo que o livro tem de verticalmente diferente do filme é precisamente o móbil do Vitor Frankenstein, o criador do Monstro.

 

            Constatei que o filme, como acontece com a maior parte deles, tinha que dramatizar e florear mais as coisas. O livro não é nada pimba, é uma coisa belissima. O filme é pimba. No filme, o que move e motiva o criador de Frankenstein é o seu grande trauma por ter perdido a mãe. Para que ele não volte a perder entes queridos, quer inventar uma forma de reanimar cadáveres. Que coisa mais nobre e tocante.

 

            No livro não se passa nada disso. Tudo o que move o criador de Frankenstein é a sua sede de sucesso, de ganãncia pelo saber/poder, pela ciência, de conseguir criar vida a partir de matéria morta.

 

            Jorge, como costumavamos dizer no secundário do Oliveira Martins: Azar Nitido.

 

tags: ,
publicado por antiego às 11:54
| Comentar (ou não) | Adicionar aos Posts Favoritos
|
Contador Web
Contadores
online

.tags

. todas as tags

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Maio 2016

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
blogs SAPO

.subscrever feeds