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Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010

Não Faço Ideia

            Devemos ter adoptado do inglês “I have no idea” ou “I haven’t the slightest idea”.

            Com o tempo tudo se refina, e as expressões cada vez são mais refinadas. Há não é doença maniaco-depressiva mas Bipolar, a ultima é que já não é seguro de vida mas sim seguro pessoal. Como se deve ter chamado quando surgiu, o seguro de vida? Seguro quando morreres?

 

            “Não faço ideia” é uma maneira muito mais elegante de dizer “Não sei”. Não sei demonstra ignorancia, e ninguém que fazer transparecer uma má imagem. Não fazer ideia é não só não admitir que se é ignorante, como ainda ataca o interlocutor insinuando que não sabe nem tem que saber aquela matéria, e quem o sabe deve ser freak. È como se respondesse:

- Foda-se! Ainda tens a lata de me perguntares isso? Como é que queres que eu saiba coisas assim? Acaso pensas que não tenho mais para fazer do que aprender inutilidades? Olha, não precisei de saber essas coisas para me safar e agora estar aqui à tua frente. Ó meu grande inútil, que além de tudo também não sabes o que me perguntas, vai mas é à internet. Desenmerda-te.

 

            Isto também é um “Sei lá”.

 

            O problema é que eu nunca assimlei esta expressão. Nunca a consegui adoptar, embora a achasse airosa.

            È que… eu faço sempre alguma ideia. E custa-me a crêr que as pessoas tenham assim tanta pouca imaginação. Quando alguém diz “não faço ideia”, eu penso sempre:

- Ora, claro que fazes. Deves estar é com preguiça. Pelo menos algum palpite darias. Tens é má vontade.

 

            Perguntei-me o que quiserem, em areas que eu desconheço completamente. Alguma ideia eu vou buscar à minha imaginação. Posso não saber nada de nada, mas faço ideia.

            Vou continuar com o meu ignorante “não sei”.

 

 

 

 

publicado por antiego às 13:57
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7 comentários:
De tresgues a 19 de Fevereiro de 2010 às 08:33
E ainda há os que dizem: "Não faço a mínima!", que corresponde ao que outros dizem por completo: "Não faço a mínima idéia!"
Já estou como o outro, "pense que", ache que..." tudo isso tem mais a ver com a forma como se diz.
Se for um "Não faço idéia!?" expressivo, tipo "Ah! Mas gostava tanto de saber!", com uma cara que até demonstra que gostava de saber - é uma coisa.
Se for um "Não sei!", com uma expressão e cara de quem tem mais que fazer, "Não me chateies!". é outra.
Eu, por acaso, até tenho mais que fazer e, neste caso, já transmiti que fazia "a minha idéia" sobre o assunto...
Bom fim-de-semana. ;)
De tresgues a 19 de Fevereiro de 2010 às 08:37
Deu-me na "ideia" de pôr acento na "idéia"... tal como os gregos. Peço desculpa... (É da falta do café)
De antiego a 19 de Fevereiro de 2010 às 12:21
Claro que a maneira como se dizem as coisas é importantissima. Mas o nosso estado de alma, a nossa personalidade, já escolhe as palavras e... muitas vezes as palavras acabam por nos escolher a nós e moldar-nos.

Não há caso mais paradigmático disto que o irritante "desculpe lá".
Se hbituassem as pessoas a usarem outras expressões como, simplesmente "desculpe", as pessoas iriam sentir as palavras de outra maneira.
De tresgues a 19 de Fevereiro de 2010 às 18:36
Ainda bem que eu só disse: "Peço desculpa"...
Faço votos para que estas minhas palavras o façam "sentir de outra maneira"... ;)
De Ella a 19 de Fevereiro de 2010 às 23:37
Pois eu não faço ideia de... algumas coisas.
Quer dizer, até penso nisso mas... encontrar explicações suficientemente coerentes para o uso de determinadas expressões torna-se uma tarefa difícil.
Alguns exemplos:
Uma grande parte das pessoas atende o telefone dizendo, aliás perguntando, "Estou?"
Será por não terem certeza do que são? Crise de identidade?
Não faço ideia.
Toda a gente sabe que um é singular e que mais que isso é plural, contudo muita gente diz "vinte e um ano", por exemplo.
Será porque as pessoas pensam que singular são todos os números terminados em 1?
Não faço ideia.
Eu também não estou imune ao uso de expressões ou termos menos indicados.
Tenho a mania de, ao pedir alguma coisa a alguém, dizer "Poderia..." ou "Gostaria..." ou "Importava-se..."
É claro que já ouvi umas quantas respostas do tipo "O poder até podia se a menina realmente quisesse."
Enfim...
Vá-se lá saber por que carga de água continuo a dizer estas palermices ano após ano.
Será que é porque não quero dar trabalho aos outros? Pofque não quero que se sintam na obrigação de fazer o que quer que seja? Talvez porque muitas das pessoas, principalmente em serviços públicos, parecem estar a fazer um frete quando se lhes pede algo?

Já agora relativamente ao algo, há qualquer coisa que me irrita. A utilização do "algo" e, já agora, do "é suposto" é muitas vezes criticado por serem influências do brasileiro (já não sei se é português) e do inglês, respectivamente.
Porquê? Não faço ideia.
É suposto perceber-se algo desta crítica?
Utilizamos tantos estrangeirismos.
Agora até googlamos bué.
Pois eu, já que não tenho "os pés frios", continuarei destemidamente a ouvir comentariozinhos pelo uso de algumas palavritas ou palavrões.
Para todos os efeitos posso sempre desculpar-me dizendo que "é da minha lourice".
:)
De antiego a 20 de Fevereiro de 2010 às 09:26
LOL, os Gato Fedorento já gozaram largo com os empregados de café num Sketxh humoristico. Realmente, eles devem-se achar muito engraçados pese embora usem todos as mesmas piadas.
Essa de uma pessoa pedir com educação:
- Queria um galão.
E responderem:
- Queria ou quer?

É de uma estupidez atroz. Até apetecia explicar porque se usa o "queria", mas para quê? Perdia a piada. Assim, está num balcão como se estivesses na tropa do Telmo do Big Brother.
De Software Grátis a 20 de Fevereiro de 2010 às 12:55
Existe sempre a hipotese do politico como resposta!
"Porque é que me perguntas isso" e pronto fica logo a questão resolvida.
Capote

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