"Espicaçar as consciências adormecidas"

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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

Blogosfera Desperdiçada

            Estou com uma imensa pena do desperdicio que é a blogosfera.

 

            Temos aqui um espaço único de sermos mais autênticos, mais nós próprios, mais humanos. Um espaço único para fazermos uma terapia à séria e assim evoluirmos.

 

            Tudo isto é deitado ao lixo. Ao contrário, isto torna-se um espaço de vaidade asquerosa, de alter-ego, de ainda mais falsidade do que aquela que usamos no dia-a-dia.

 

            A grande vantagem que eu via nos chats era aquele romantismo de primeiro conhecermos o interior da pessoa e só depois o exterior. Os chats têm aquele dom de nós podermo-nos mostrar mais como nós somos. Ao não sermos intimidados pela presença e pelo rosto da outra pesssoa, podiamos falar mais abertamente de nós próprios.

            Esse era o encanto dos chats. Começarmos a teclar com uma pessoa, e passados 3 minutos já estavamos a falar de um coisa tão intima que só contariamos a pessoa conhecida na vida real,  depois de conviver com ela meses, estar apaixonado ou com uma grande bebedeira.

 

            Ao escrevermos num blog sobre nós, podiamos ir mais fundo e escrevermos sobre o que realmente somos. Sobre as nossas coisa mais únicas, as mais inquietantes, aquilo que nos mói o juízo, os nossos pensamentos menos politicamente correctos.

 

            Mas não, encontramos aqui um espaço para nos engrandecermos ainda mais, para sermos ainda mais perfeitos como senão bastasse a perfeição que já demonstramos ao nosso circulo social.

            E alguém pode ser feliz a fingir? Claro, toda a gente pode ser feliz na ilusão.

 

            Como já disse aqui, eu próprio caí no pecado da vaidade e divulguei aos meus amigos que tinha um blog. Já não tenho tanta liberdade como teria.

            Ainda assim vou fazendo um esforço para descer debaixo do perfeito que eu sou.

publicado por antiego às 16:48
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5 comentários:
De tresgues a 24 de Fevereiro de 2010 às 19:51
Muito bem.
Pouco mais a acrescentar.
Mas... viver Feliz na ilusao?
Vive assim quem nao sabe o que e Viver.
A nossa Vida merece que lhe sejamos fieis.
E que lhe sejamos fieis de acordo com as nossas aspiracoes, expectativas, etc e tal... Mesmo que isso nos valha um qualquer "cartao vermelho" de um qualquer "arbitro" mais mal preparado.
E a Vida, para ser bem vivida nunca deveria ser um jogo.

Acrescentei pouco, nao foi? :)

(Continuo sem acentos... Castigo, para nao voltar a por acentos nas "ideias"!)
De antiego a 25 de Fevereiro de 2010 às 10:00
Isto é uma velha questão filosofica, se é válido vivermos felizes na ilusão, até senão viveremos todos na ilusão, etc.

Achei curiosa tua expressão "sermos fieis à vida". Queres desenvolver?
De tresgues a 25 de Fevereiro de 2010 às 20:19
Bom... Eu escrevo e falo ao "correr da pena" e, às vezes, digo assim coisas que talvez não se percebam muito bem. Mas eu tentei dar uma breve explicação. Quer dizer, sermos fiéis a nós próprios, ao que pensamos e sonhamos para nós e para a nossa vida. Nós, antes de mais, fazemos parte da nossa vida. Que diabo, não somos o papel principal? Devíamos ser! Talvez com mais confiança em nós próprios, menos medo de errar - se isso acontecer, voltaremos a tentar. Dá trabalho. Pois dá. E por, vezes, é mais confortável ser-se infeliz, ser-se "infiel" à vida, isto é, ao que gostaríamos que ela fosse, independentemente de muitos dos "mitos, modas e clichés" em vigor.
Bom, mas há quem se contente em ter uma "vidinha", outros uma "vida" e outros um "vidão"... Que se pode fazer?
De Ella a 27 de Fevereiro de 2010 às 10:23
Muitas pessoas criam uma história fictícia à volta de si mesmas para passar uma imagem que entre em consonância com os seus parâmetros mentais ideais ou porque, não gostando daquilo que veêm quando olham para dentro delas, sentem necessidade de criam uma "realidade" alternativa - leia-se nas entrelinhas mentindo com todos os dentes e teclas - para apaziguar alguma frustração pessoal.

Não gosto muito daquela discussão filosófica do que é a realidade, da verdadeira realidade não ser alcançada, uma vez que cada um tem a sua própria visão da realidade e blá, blá, blá. Isto mais parece a relatividade das percepções ou um resultado quimérico da necessidade de pensar.

Contudo, acredito que para muitas pessoas a necessidade de passar uma imagem de si diferente da realidade dá-lhes uma satisfação pessoal que lhes permite viverem mais felizes.
É lícito faze-lo em nome da felicidade interior?
Sinceramente não sei, creio que dependerá do grau de desespero e de infelicidade que cada pessoa tem.
Prefiro acreditar que faço os possíveis para passar uma ideia de mim própria o mais perecido possível com a realidade, porque acredito que só assim encontramos as verdadeiras amizades e paz com a nossa consciência.
Assim sendo, prefiro viver uma verdade menos brilhante que uma mentira extasiante.
Preferências... rsrsrsrsrs
Bato com a mão no peito e aceito e afirmo que tenho uma carrada de defeitos. Tantos que até doi.
rsrsrsrsrsrs
Que posso fazer?
Controlar-me, é certo.
Tenho amigos e sou feliz. Pelo menos a maior parte do tempo. Já conta alguma coisa no pequeníssimo rol das minhas virtudes.

PS.: Ser feliz é o contrário de ser infeliz. Certo?
De antiego a 27 de Fevereiro de 2010 às 22:34
Gostei do teu comentário.
Hmmm, agora depois do post escrito, passados uns dias, não considero tão recriminavel uma pessoa criar um alter-ego na blogosfera. Quem sabe se também não é uma forma de terapia?
Continuo a achar, que na maior parte dos casos, seria mais produtivo a pessoa ser verdadeira.

Depois há ainda a questão social. Uma pessoa que esteja na blogosfera com um intuito predominantemente social, vai-se preocupar, naturalmente, como em qualquer lado, em passar uma boa imagem sua.

O verdadeiro blogger teria que ser uma pessoa que não contasse conhecer alguém através dos blogs. Seria absolutamente anónimo e usaria isto como terapia pessoal.

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