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Sexta-feira, 25 de Junho de 2010

A Falácia de Nietzsche

Nietzsche é o meu filosofo favorito. Tive altas tripes com ele. Metade do que eu lia não entendia, a outra metade batia a valer.

Mas há um aforismo dele com o qual o embirro a valer. O Aforismo soa muito bem, é bonito de se dizer, cai bem, quem quiser ficar bem visto, força, é só dizer:

 

“As margens do rio que tudo arrasta se diz violento. Mas ninguém diz violentas as margens que o oprimem

 

Ora bem, eu não li isto no contexto. Isto no contexto deve fazer todo o sentido. Acho que é do livro Zaratrusta.

Esta frase, assim solta, é uma grande idiotice. Que raios, então mas senão houvessem margens o rio não existiria. Quem faz o rio são as margens, senão teriamos só água despegada.

 

Ó meu querido Frederico, ó meu amado, isto pode fundar uma verdadeira filosofia laplaciana. Peguemos nesta frase e usemo-la para o bem, como vi num programa sobre pedagogia. Peguemos numa criança e criemos essas margens, esse leito, na qual ela vai sentir, não a violência, mas o maior conforto e significado para a sua vida. E água é vida.

publicado por antiego às 12:53
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3 comentários:
De tou anónima, não me chamo helena a 30 de Janeiro de 2011 às 01:03
"Quem faz o rio são as margens, senão teriamos só água despegada". Exactamente.
E isso que escreveste dá o sentido à frase...

Sem margens o rio deixava de o ser. E ao deixar de ser rio deixava de se dizer violento.Era àgua despegada..
Está a violencia no rio ou nas margens que são causa do rio e da violencia deste?...
De Maicon Luan Iachinski a 26 de Março de 2014 às 14:21
Você não tem nem um pelo no cú para falar essa merda de Nietzsche.
Entenda sua lógica, antes de falar merda desse gênio alemão, seu hipócrita.
De Maicon Luan Iachinski a 26 de Março de 2014 às 14:32
E outra meu caro amigo ignorante.
Caso você não saiba ler em alemão, não pegue uma tradução da internet ou de alguma editora tão hipócrita quanto, e saia tirando suas conclusões medíocres.
E outra, grande idiotice é você crer realmente que quem faz o rio são as margens, isso seria um rio artificial. A própria água escorrendo, durante centenas de anos, forma grandes rios, relativamente, com a quantidade e intensidade da água escorrendo por sobre a superfície.
Antes de acusar um grande filósofo do patamar de Nietzsche de falácia, reveja seus conceitos, a fim de que você não se torne vítima de sarro no meio acadêmico, e essa asneira seja usada como um exemplo de falácia. Caro amigo leigo.

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