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Sábado, 22 de Agosto de 2015

Os homens são todos iguais

Isto é uma frase tipica das mulheres supostamente maduras mas com muito azar na vida. È uma velha mentira. Elas sabem que os homens são todos diferentes: há uns mais bonitos que outros.

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publicado por antiego às 23:12
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Terça-feira, 15 de Maio de 2012

A Matemática dos Cornos

       Ted Talks é um programa muito giro onde um pensador original vai expor uma ideia interessante que poderá mudar o mundo, durante cerca de 20 minutos.

     Ontem vi uma senhora simpática, de uma certa idade, falando sobre 3 instintos básicos do ser humano: o sexual, o amor romântico e a necessidade de apego. A grande novidade é a necessidade de apego que ela explicou tratar-se da necessidade que o ser humano sente de ter uma companheira ou companheiro, durante toda a sua vida.

       Realmente surpreendente foi ela ter declarado que, embora estes instintos se interliguem, podem ser bem independentes. Ela assegurou que é perfeitamente possível uma pessoa estar na cama a desejar sexualmente a Sandra, virar de lado e sentir amor romântico pela Cristina, revolver-se de novo e sentir um desejo imenso de passar o resto da sua vida com a Eulália.

       Pois, tudo é possível. Apenas que eu nunca tive desejos cruzados deste tipo nem com 2 pessoas diferentes, nem nunca ouvi tal. Quanto mais, tive uma amiga que namorava e namoriscou um bocado por fora e se sentiu tentada a mudar de rapaz. Acabou por ser bastante curto e voltou para o namorado com quem nunca chegou a casar.

      Achei também bastante engraçado o fervor feminista desta senhora, que relativamente contido emocionalmente, estava longe de o ser em palavras. Ela tentava passar uma imagem de cientista nestas matérias. Mas a idiotice era tal que fico com grandes suspeitas de ela ter uma forte formação em psicologia.

 

      Não é que ela, no meio de tantas considerações entre as abismais diferenças entre o homem e a mulher, resolve encetar uma competição de infidelidade! Não, a mulher não pode ser menos infiel que o homem, ui, essa competição do mais cornudo é que não pode perder.

       Vai daí, ela arrebata a assistência com este argumento brilhante:

- È claro que as mulheres são tão infiéis como os homens. Afinal, com quem pensam que os homens são infiés? Hello !!! É simples matemática.

 

       Que estupidez, como é que eu nunca tinha pensado nisso. Tem toda a razão: é simples matemática, mas só que numa simple-mind americana.

      No meu mundo perfeito, esta afirmação teria toda a validade matemática, porque no meu mundo perfeito ninguém está sozinho, toda a gente tem um companheiro e ninguém precisa de pagar para ter afecto.

Terça-feira, 6 de Março de 2012

O Grande Heterossexual

Quer fazer do seu filho um grande heterossexual? Dê-lhe um pai meiguinho e uma mãe bruta, fria ou egoísta.

Sexta-feira, 2 de Julho de 2010

Sacos de Plástico a 5 cêntimos Já

Há pouco tempo recebi no e-mail um powerpoint a alertar para as consequências gravíssimas do uso e abuso dos sacos de plástico.

 

Já em 2004 eu escrevi na minha mailing list como eu reciclava sacos de plástico. Ìa ao continente já munido com sacos usados, pese embora eles fossem grátis. E falei de como as pessoas me achavam anormal por fazer isso. Então, são de borla !!

 

Eu também defendo que nada deve ser grátis. O que é grátis está condenado a ser usado, abusado, desperdiçado, vandalizado, etc. Ou nunca foram a uma discoteca de bar aberto?

O povo tem o comportamento de uma criança: o que pode fazer, faz.

 

Nesse powerpoint dava exemplos de alguns países que poupam milhões de sacos por simplesmente terem proibido os sacos de plástico gratuitos.

 

Entretanto reparo que, na maior parte dos hipermercados, os sacos plásticos passaram a custar 2 cêntimos.

 

É POUCO !!!! A coisa tem que doer. Um preço mínimo, para ter grandes efeitos, seria de 5 cêntimos. Aí já dói e põe as pessoas a pensar. Enquanto for a 2 cêntimos é ao preço da chuva. O estado devia criar impostos horripilantes para este género de artigos prejudiciais à saúde.

 

Enquanto isso, nós cá vamos andando com a atitude: desde que não me afecte a mim, estou-me a cagar.

 

Para terem uma ideia dos malefícios do excesso de sacos de plástico, vejam este Wikipédia.

publicado por antiego às 14:22
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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Egoismo vs Egocentrismo

            Eu dou significados bem diferentes a estas duas caracteristicas. Será lógico elas andarem de mão dada. Mas acontece muito uma pessoa ser egocentrica e não ser egoista. Em ambas o sujeito volta-se para dentro de si. A diferença é que o egoísmo tem mais a ver com a acção e o egocentrismo com o raciocinio.

            Normalmente a mulher é mais egocentrica e o homem mais egoísta.

 

            Ou seja, o homem é aquele que quando diz respeito à acção, a coisas materiais, só existe o corpo dele, desconfio que até a cabeça deixe de funcionar. Assim, quando se senta na mesa, está com fome, e vê a travessa da comida, desliga de tudo. Serve-se sem pensar se há outras bocas para alimentar. É instintivo.

            Exacto, dá jeito que a mãe seja a mulher. A mulher já é capaz de servir primeiro os outros e só a si no fim.

 

            Por outro lado, quando a cabeça começa a trabalhar, todas as palavras dizem respeito à mulher. A mulher adora palavras. Tudo o que se diz e fala pode ser sobre ela própria. È aí que tudo adquire segundos e terceiros signifcados. As palavras multiplicam-se, que fertilidade.

            Numa conversa ou discussão intelectual, a mulher tende mais a pessoalizar as questões, enquanto o homem é capaz de se manter neutro e ter um espirito mais abstracto e cientifico.

            A mulher leva as coisas mais a peito. É mais sensivel? Poderia dizer que é mais susceptivel e mais egocêntrica. Acho que são as 3 coisas.

 

            Quanto ao blogger antiego, não é que ele não tenha a sua boa dose de egoísmo e egocentrismo. Aliás, o exemplo que dei na mesa, é o dele. A questão aqui é ter a consciência que o ego é uma coisa que tem de ser combatida, porque não é boa para ninguém.

            Já cheguei a fumar 3 maços de tabaco por dia e ainda assim era um grande anti-tabagista e hoje, acerca da nova lei do tabaco, só há uma coisa a dizer: Só Agora !!!

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publicado por antiego às 11:41
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Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Escolhendo a Mãe

            Passava um documentário numa dessas televisões da natureza, National Geographic ou Odisseia, que explicava porque os homens acham certas formas de mulher atraentes.

            Bestial.

            A teoria que defendiam é que o homem achava tão mais uma mulher atraente quanto ela fosse fértil, e em ultima análise o quanto mais ela garantisse a sobrevivência da espécie.

            Deste modo, anca larga é atraente porque a fêmea é boa parideira. E como a anca há outros traços fisicos que favorecem a vida e isso os torna atraentes aos olhos do homem.

 

            Cheguei a ouvir esta mesma teoria, copiadissima, num jantar, dita por um gajo muito macho e muito mulherengo. Aí, já foi o fim da picada, para mim.

 

            Isto tem lógica. É uma coisa gira. Ter lógica e ser uma ideia gira é caminho andado para ser um coisa de sucesso. As pessoas facilmente agarrarão e adoptarão a ideia. Mas é uma grande balela.

 

            Se me falarem que a mulher está preocupada com quem vai ser o pai dos seus filhos, consciente e/ou inconscientemente, eu concordo. Agora, o homem… o homem fode com qualquer uma. Está pouco se importando com a propagação da espécie (em termos cirurgicos). É como o Frank Gallagher: um doador de esperma e crente na teoria de Darwin: cresçam, aprendam a defenderem-se, se forem fortes vingarão, se morrerem é porque não estavam feitos para a vida. Seleção natural, pois então.

 

            Se o homem tivesse vincadas preferências, se fosse selectivo, essa cena só iria prejudicar a propagação da espécie. Que a mulher escolha bem quem a vai deixar de barriga nos próximos 9 meses, é sensato, agora o homem pode andar aí de mangueira no ar a espalhar as suas sementes aos 4 ventos.

            É do conhecimento geral, que o homem nunca escolhe. A mulher é que escolhe sempre o homem.

 

            Quando o homem se tornou civilizado, aí já começou a preocupar-se mais com quem engravidava. E se encontrava uma mulher de grandes recursos (económicos, claro), ou mais recursos do que si próprio, tratava-a de engravidar para garantir a sua própria vida, e criar esse vinculo que é tão caro ás mulheres.

 

            É possivel os homens sentirem-se mais atraídos por mulheres parideiras, e é essa mesma a intenção da natureza? Sim, tudo é possivel. Também é possivel que a maior fantasia da generalidade dos homens, ir para a cama com 2 mulheres, seja derivado a algo que está escrito no seu código genético, que lhe diz:

- Eh pá, se eu fôr para a cama com 2 gajas, posso engravidar as duas, isto distribuindo bem o esperma, e assim propagar melhor a espécie.

 

            No entanto acredito que um homem que goste de mamas grandes seja mais por questões da sua própria maternidade do que da maternida que possa dar. Mais uma vez, o homem virado para si próprio, como ser basicamente egoísta.

            Acredito mais que o homem pense que quanto mais comer, ancas volumosas, seios voluptuosos, duas, três, mais se convence que fica saciado.

 

 

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Domingo, 29 de Novembro de 2009

Poder Maternal

            Há 2 semanas passou uma reportagem na TV sobre as mães divorciadas que alienam os pais aos seus filhos. Ou seja, é a mãe divorciada que faz tudo para cortar a relação que o filho tem com o pai, ou chamemos-lhe desvinculamento. As tácticas usadas são das mais baixas que vão desde impedir o contacto entre pai e filho, simplesmente evitando encontros com o pai, ou meter minhocas na cabeça ao filho fazendo-lhe ver que o pai não presta.

            A conclusão desta boa reportagem é que as mães têm a faca e o queijo na mão. Fazem o que querem e saiem completamente impunes. Os pais, senão pagam a pensão de alimentos vão para a cadeia.

 

            Isto tem que mudar. Que se pode fazer em relação a uma mãe insidiosa que vive a envenenar o filho contra o pai? Esta é a parte mais dificil. A solução que vejo é arranjar forma de as mães serem avaliadas por um psicologo. Como serão avaliadas e a propósito de quê, é que seria uma coisa de estudar. Não precisa de ser uma coisa ostensiva. Por exemplo: anualmente, agentes da segurança social, psicologos, assistentes sociais, fariam uma entrevista à mãe e filho à laia do estado acompanhar a educação da criança. Podemos ir mais longe e requerer que filhos de pais divorciados sejam acompanhados, ainda que esporadicamente, por uma unidade de pedo-psiquiatria, visto tratarem-se de crianças potecialmente de risco. Quando um pedo-psiquiatra avalia uma criança também está a avaliar a mãe.

            Falo disto porque na referida reportagem, a mãe entrevistada era obviamente uma mulher perturbada e doentia.

 

            Quanto à mãe impedir o convivio entre o filho e o pai, a coisa é muito mais simples. Numa regulação tipica de poder paternal vem além da pensão de alimentos, os periodos em que o pai tem direito a estar com a criança. Normalmente um fim de semana de 15 em 15 dias e o natal ou passagem de ano, em anos alternados. O que acontece na realidade? A mãe, apetece-lhe, porque anda mal-humorada ou porque se sente encornada de o ex-marido (lol,  ou ex-pai) ter arranjado outra mulher, não levar a criança ao pai um fim de semana ou outro, ou o natal. No caso da reportagem o pai não via os filhos há cerca de 2 anos.

 

            Como contornar esta situação? Deixar tudinho preto no branco. Ficar ditado da regulação do poder paternal tudo ao pormenor. Não é que tenha de ser seguido à risca, mas é o que vale por omissão. Concerteza que entre pais que se dão bem ou pais civilizados, tanto rigor não será necessário. Muitas vezes dará jeito trocar um fim de semana com outro ou até o natal.

            Os contractos, as regras escritas no papel, existem para quando as pessoas não se dão bem e não conseguem chegar a acordo. Neste caso o pai ficaria protegido. Senão vejamos:

            Fins de semana com o pai. Sim, mas quais fins de semana? Tem que ficar explicito. As semanas são numeradas, embora nós, os portugueses, não usemos muito essa numeração. Tem que ficar, por exemplo, que o pai tem direito a ficar com o filho os fins de semana das semanas impares. Do mesmo modo, por exemplo, o pai tem direito a passar o natal com o filho todos os anos par, e as passagens de ano nos anos impares. Também deve ficar estipulado quem entrega o filho a quem, quando (dia e hora exactas) e aonde.

 

            Face a isto, não havendo bom entendimento entre os pais, caso a mãe falhe com o acordado de não aparecer ou não estar para o fim de semana do pai, o pai poderia dirigir-se a uma esquadra da policia para reclamar o filho – caso pensasse que a mãe estaria a agir de má fé. A policia procederia ás diligências para o filho aparecer para o fim de semana com o pai. Porventura começaria por telefonar à mãe notificando-a que o pai estaria ali à espera do seu filho, convidando-a a entregá-la. Claro que a mãe poderia se defender argumentando que sim senhor, foi a casa do marido, mas ele não se encontrava lá. Isso pouco importa, já são pormenores. Se um ou outro está a mentir, já é uma coisa entre eles. Se quiserem metam-se em tribunal, arranjem testemunhas, matem-se.

            O objectivo aqui é assegurar que a regulação do poder paternal é cumprida, ou seja, entregar a criança ao pai. Ao interesse da criança e ao direito do pai.

 

             De outro modo, as mães poderão continuar a cantar:

- I´ve got the Power!

Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

A Mulher que comeu o Homem

            Só há uma maneira de uma mulher comer um homem: é mesmo através de um acto canibal.

            Sim, eu também uso expressões do género “aquela gaja comeu aquele gajo”, mas quando o faço, claro que é num sentido metafórico.

 

            Meninas, é impossivel uma mulher comer um homem, sexualmente. Eu sei que grande parte das mulheres têm esta atravessada na garganta. Primeiro não percebiam porque  o homem usa a expressão “comer gajas”, e se divirtiam a valer com ela. Elas Ficavam perplexas a cismar do porquê dessa expressão. Estavam capazes de escrever uma tese de Mestrado sobre o assunto, apoiada em factores biológicos, anatómicos e antropológicos, para provar que aquilo não fazia sentido nenhum. Deixem-se disso, o homem é mesmo assim: parvo, não liguem. Entretanto, eles continuavam a rirem-se de prazer, ás gargalhadas, falando de comesainas.

            Xiça, se os não consegues vencer… depois, o modo que encontraram para ultrapassar esta sua neurose foi começar a usar a expressão também.

            Nunca se vão aperceber o quão ridiculo isto soa na boca de uma mulher. Uma mulher comer um homem é como eu engravidar, começar a sentir enjoos matinais e descer sobre mim aquela doçura celestial própria que acompanha a maternidade.

 

            Só há um tipo de homens capazes de se sentirem comidos pelas mulheres: aqueles que ainda não descobriram a sua homossexualidade.

 

            Até era caso para dizer: Chupem! Mas não vou dizer isso.

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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Por um mundo mais Belo

            Abri o blog em destaque “Os meus gostos…” recordando-me da minha adolescência e de como o pessoal lutava por se afirmar através dos seus gostos.

            Deparo com o artigo BeautifulPeople.com, a rede social onde os feios não entram…, e a coisa morre mal à nascença quando leio que, nesta rede onde só entra gente bela, a Paris Hilton faz parte dela.

 

            A propósito de beleza, já há muito que quero contar uma história que se passou numa conferência. Uma médica dava um exemplo de um paciente, salientando o seu visual:

- Era um rapaz muito giro. Mas andava desajeitado, era desleixado. Ainda senão fosse bonito… era uma pena não se arranjar mais.

 

            Pois, isto vem no seguimento do ultimo artigo “Mulheres com Potencial”. Tenho que chupar estes comentários.

            Na altura insurgi-me contra este ripo de raciocionio. E partilhei-o com um amigo meu:

- Que raio, então só porque o tipo é giro é uma pena não andar bem arranjado? Pena dos tipos giros, e nós? Nós é que precisamos de andar bem arranjados. Um tipo bonito pode andar todo roto que toda a gente repara nele, para que precisa de se arranjar? Nós é que temos de andar bem vestidinhos, tomar banho todos os dias, usar perfurmes, andar no ginásio… se queremos ter esperança que reparem em nós.

- Ó Ó, o dinheiro que eu não pouparia.

 

            Acho bem que se criem clubes de gente bela, há toda a legitimidade. Os feios, coitados, são tão tristes que até eles gostam de estar rodeados por gente bela e não por gente da espécie deles. Não venham é conspurcar visisualmente o ambiente.

            Acho demasiado é ter pena de um rapaz belo. Ainda se fosse de uma rapariga de boa fé sub-aproveitada...

Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Ajudar e apanhar na Pinha

            Como se sente uma pessoa que ajuda outra e acaba por levar na pinha dessa pessoa que ajudou?

            Coitadas das pessoas que ajudam, precisam de se sentir bem com elas próprias a ajudar alguém. Há aquelas pessoas que apelam ao que de melhor há em nós. São aquelas pessoas ideais para nós mostrarmos às outras e sobretudo a nós próprios e a deus, que nós somos pessoas boas e de grande coração.

            A gente ajuda uma pessoa em necessidade, carente, só, ela acha que nós somos muito fixes, quer mais ou pelo menos que as coisas continuem desse modo. A nossa ajuda acaba por ter limites. E à primeira nega, à primeira rejeição, a nossa amiga revolta-se e diz cobras e lagartos de nós. Os U2 já dizem “Amigo é alguém que te deixa ajudá-lo”.

 

            Uma gaja telefona a um tipo que mal conhece, mas até simpatizam um com o outro, às 5 da manhã. Diz que se vai suicidar. Pede-lhe para vir ter com ela. O gajo lá se levanta para a boa acção do dia e apanha um táxi para outra ponta da cidade. Lá a acalma e trá-la para casa. Dá-lhe o sofá para ela dormir e se recompor. Dá-lhe de comer. Ela alegra-se, fica melhor e entusiasma-se de tal maneira que já fala em ficar lá em casa a morar. O tipo ainda vai embalado orgulhoso com a sua benfeitoria. Com tanta simpatia nem se pensa muito.

            Mais tarde põe-se a pensar sobre o assunto e chega à conclusão que partilhar a casa com uma meia-desconhecida com tendências suicidas talvez seja demasiada bondade e que não será isso que o vai contar no dia do juizo final.

            Acaba por lhe telefonar e dizer-lhe que não dá. A gaja passa-se da cabeça e só não vai à casa dele talha-lo às facadas porque isso dá prisão.

            E não, a gaja era feia e gorda comó caraças! Se calhar é por isso que não era boa ideia ficar lá a viver.

 

            Uma samaritana acolhe um pedinte esfomeado na rua e dá-lhe guarida durante 4 semanas. Sente-se como se estivesse a salvar uma vida. Começa a saturar-se de tanta bondade, o tipo tem uns hábitos esquisitos, é pouco asseado, não tem modos à mesa. Congratula-se por já ter feito a parte dela por um mundo melhor. Convida-o a sair de casa e dá-lhe boas indicações para ele procurar ajuda junto às autoridades. Instituições de acolhimento, locais da sopa dos pobres, etc. O tipo revolta-se, queria mais, queria continuar. Como alguém pode ser tão cruel que ponha um sem-abrigo fora de casa? Acaso não tem coração?

 

            Terá ele razões para se revoltar? Segundo a torta lei dos casamentos, tem. Então a gaja habitua-o a um nivel de vida e depois tira-o, sem mais nem menos !!!

 

            Pois, isto liga-me a esta questão dos fabulosos divórcios que dão direito a uma pensão de alimentos ao conjuge menos favorecido materialmente.

            Como é que é possivel uma pessoa casar com alguém e depois se ver obrigado a pagar-lhe uma pensão vitalicia só porque habituou-a mal, a um melhor nivel de vida?       

 

            Já não é suficiente uma pessoa gozar do alto nivel de vida da pessoa com quem se junta, enquanto vive com ela?

            Isto é um negócio da China. Aliás, chegaram-me a contar que isto já era um esquema nos EUA. Gajas à caça de ficarem bem na vida, ganhando uma reforma vitalicia ainda jovens.

 

            Há quem defenda que é bem melhor viver sempre na merda do que conhecer o paraíso e depois o tirarem. Nada mais idiota. Isto é de pessoa que nasceu rica e depois ficou pobre.

            Acreditem que preferia viver um ano de paraíso e depois voltar ao inferno do que viver sempre no inferno sem nunca ter provado o paraíso. Ou seja, não tenho dúvidas que “mais vale ter amado e ter perdido do que nunca ter amado”.

 

            Há um tipo romantico que se apaixona por uma mulher com a vida desfeita. Casa com ela, refaz-lhe a vida toda, dá-lhe carinho, amor e todas as condições. Mais tarde a gaja farta-se dele e a coisa dá em divórcio. E o gajo fica a sustenta-la para o resto da vida. Tudo defendendo que é pecado uma pessoa melhorar a vida de alguém e depois deixar de alimentar essa vida. Pois, quem dá e tira merece… as crianças sabem deste ditado.

 

            que  o homem continua a proporcionar um minimo nivel de vida á ex-mulher, devia também evigir um minimo de nivel de vida que tinha quando estava casado com ela:

- Ok, eu pago a pensão de alimentos, mas a verdade é que também estou mal habituado. Esta gaja habituou-me a ter sexo 2 vezes por dia. Ela dar-me sexo 2 vezes por semana não é pedir demais.

 

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