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Sábado, 11 de Abril de 2015

Super-Mães

Nesta era baby-boomless apareceram as super-mães que têm vaidade na dependência que cultivam na sua cria. A ideia é: quanto mais a minha criança não conseguir passar sem mim, mais ela me ama, melhor mãe eu sou.

Geralmente são mães que não dizem um não ao seu mais que tudo. a criança faz o que quer, não importa quem incomode. A educação assim é fácil, filho/a não pode passar sem a mãe, o que parece um amor verdadeiro e eterno. Só que nem é verdadeiro, nem é eterno. A criança gosta é que lhe façam as vontades todas e quando chegar a uma certa idade que até pode ser bem cedo (9, 10 anos) a mãe vai começar a perguntar o que fez de errado ou achar que a filha é uma grande ingrata.

Entre outras coisas, a criança vai acabar por se saturar da mãe (e vice-versa), a mãe vai deixar de achar tanta graça à filha e vai se ver obrigada a começar a dizer não porque a vida cada vez se vai tornar mais séria e real.

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Domingo, 1 de Março de 2015

Deve haver uma explicação

Eu tenho um historial de situações nas quais eu ao dizer mal de uma coisa, uma das pessoas que me ouve é precisamente fan dessa coisa ou, pior, faz imediatamente a seguir aquilo que eu critiquei.

Hoje, isso voltou a acontecer.

Eu dou um exemplo: certa vez ao almoçar com um casal amigo eu contei-lhe, por graça, que tinha um colega tão guloso, que, certa vez, ao acabar com a sua farta refeição, ainda pegou num pão, abriu-o, encheu-o de ketchup e enfardou-o. Continuamos a conversar e eis que reparo que ela abre um pão, enche-o de maionese e começa-o a comer.

Isto deve ter uma explicação pisquica, que deve ter a ver qualquer coisa com uma pessoa dizer a uma criança: "Não faz isto!" e ela faz precisamente aquilo, que até nem estava a reparar nada daquilo.

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publicado por antiego às 00:27
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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2014

Banco Alimentar

Hoje fui ao supermercado e lá estava o bando do banco alimentar. Um miúdo estendeu-me um saco à entrada. Eu nem estava muito virado para aí, mas para não bancar o lobo mau, lá peguei nele decidido a contribuir mas não convencido. Não havia muita coisa em promoção de produtos duráveis. Peguei nuns ovos e iogurtes. A consciência também pessava um bocadinho e também uma leve vergonha. Que se lixe, não é muito dinheiro. Mas... iogurtes e ovos... será que aceitam? O man mais alto disse-me que não, só latas e cenas assim. Acabei por não dar nada.

Mas que diacho! Eu já ajudo os necessitados directamente! Eu já ajudo pessoas próximas, familiares e não familiares, que estão a passar necessidades. Os seus rendimentos nem chegam para pagar a renda. Eu não preciso de intermediários, eu lido com os clientes da minha bondade directamente. Sim, porque até já ouvi histórias de os alimentos do banco alimentar irem para casas de xico espertos, a altas horas da noite. É a vida, servem-se os realmente necessitados e os realmente desenrascados da vida.

publicado por antiego às 00:12
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Domingo, 30 de Novembro de 2014

Pessoas com Categoria

Há aqui uma rua mais sossegada no bairro, um bocado interiror, com pouco transito automóvel, mas ainda assim vão passando carros. Tem duas faixas, uma em cada sentido. Hoje ía atravessar a rua e vi um carro parado e outro a ultrapassa-lo muito vagarosamente. Eu esperei pela ultrapassagem para poder atravessar. Ao passar à minha frente vi o casal que ocupava o carro. A mulher com ar de reprovação a olhar para o carro de trás e olha para mim a abanar a cabeça à espera da minha anuência, e eu sem saber bem o que se passava. O condutor furibundo, virado para trás dizia bem alto:

- Isto é que é categoria! Que grande Categoria! O que é preciso é ter categoria. Sim senhor!

Realmente, olhei para o carro parado e vi um homem na maior, relaxado, sem dar qualquer sinalização e sem se importunar minimamente com os protestos dirigidos a si. Estava a planar, por cima. Já era tarde para mostrar ao casal a minha soliriedade.

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publicado por antiego às 23:18
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Sexta-feira, 20 de Junho de 2014

O Porto da minha Infãncia

Ah! Apanhar uma auto-estada!

Pelo preço do combustivel e das portagens, podem-se meter 5 num carro e viajar pelo país mais maravilhoso da Europa, um dos mais densamente florestados do mundo.

Assim fizemos e visitei "O Porto da minha infãncia" como o Manoel de Olveira. Levei um banho de familia, levei um banho de infancia. Revivi a casa da minha mãe e como eu passava as tardes de uma semana inteira na cama dos meus pais a ver televisão quando estava com uma gripe. Altamente! Não ía à escola e ficava no aconchego do lar. Como passei uma infancia mais solitária, o Porto da minha infãncia é muito a casa dos meus pais.

Acima de tudo, vi o Porto como nunca o tinha visto. Vi-o, pela primeira vez, com olhos de turista. Levado pela minha mulher que adora as casas do Porto. Aquelas casas de pedra com varandas de ferro, com uma frente de azulejos de cor viva, como verde vivo ou tinto. Geralmente casas com res-chão e 1º andar. Há a versão das casas com cave, rés-do-chão alto, 1º andar, 2º andar, e um ultimo andar mais pequenito com janelas chegadas atrás. Um sotão mais andar.

Passei 19 anos no Porto sem reparar nele, cego. Do Porto só existiam caminhos. Desta vez reparei nos pormenores, descobri tanta coisa de que nunca me apercebi em anos, andei por lugares interessantes ali tão perto, pelos quais nunca me interessei.

Eu nasci no Porto, nestas férias o Porto nasceu para mim.

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publicado por antiego às 23:54
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Sábado, 7 de Junho de 2014

Fazer amigos

Ando triste. Não faço amigos desde os tempos da universidade. Pelo contrário, perdi. Cheguei à conclusão que, a partir dos 25, para fazer amigos é preciso lieralmente fazê-los. Eu fiz uns 3 fofinhos. Bem, são amigos aí até aos seis anos. Pedi à milha filha mais velha, da ultima vez que fomos à Kidzania, para me fazer uma pizza na Pizza-Hut. Ela disse-me que demorava muito e virou-me costas. Não faço mais amigos!

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publicado por antiego às 01:31
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Quarta-feira, 4 de Junho de 2014

Fui eu que inventei

Eu, no meu egocenrismo, e invocando o conhecido  sketch  dos gato fedorento (?), estou convencido que sou o autor de algumas expressões que se usam hoje em dia e o impulsionador de muitas, indo-as resgatar a passado, feito Antiego Markl dos anos 80. Ressalvo que alguns possam ter tido a mesma ideia que eu.

Vejamos alguns exemplos:

Um colhão de coisas:

No principio dos anos 80, eu, os meus irmãos, e amigos liamos muito os quadradinhos da Disney. O Tio Patinhas era tão rico que se contavam, por ordem crescente, os biliões, trilhões, Quaquilhões que ele tinha. Eu reolvi extrapolar a cena, e por graça, inventei que a seguir ao Quaquilhão viria o Quilhão - com 10 anos também se estava neste tipo de piadas. Quaquilhãio era tipo uma quarta potẽncia, Quilhão seria a quinta potência. Naquela altura, no Porto, não diziamos Colhão. Era quilhão. Essa expressão só aprendi mais tarde na universidade.

Jogar às brancas:

Fui eu que inventei quando num jogo o meu adversário ao abrir meteu a branca, eu disse, eu tom de graça: jogas às brancas. Mas é possivel que mais 120 mil gajos tenham dito a mesma parvoice, assim, do nada.

As desculpas não se pedem, evitam-se

Aprendei esta frase nos anos 90 com um amigo meu de admirável conduta. Em 2005 usei-a uma ou outra vez para um filho de uma amiga minha. Pegou logo. Há poucos anos comecei-a a usar abundantemente para os meus filhos. Agora é o que se vê.

Altamente!

Uma das minha expressões favoritas dos anos 90, do secundário. Enjoa-me o "Boa!" de agora. Parece coisa de tias.

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publicado por antiego às 00:27
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Pessoas bem-educadas

Há aquelas pessoas de educação cuidada, com extrema correção a roçar a perfeição, de boas famlias, que desde que cumpram os protocolos, desde que sigam as etiquetas, desde que agradeçam e peçam desculpas quando é de bom tom fazer, fica tudo saldado, fica tudo sanado.

Certa vez uma operadora de call-center vinha com uma das estratégias que aprendem por lá e até pensam que são suas estratégias pessoais:

- Pronto, nós assumimos, a culpa, agora quer resolver ou não este assunto?

Eu. que estava furioso, comecei-me a rir, mas continuei furioso:

- O quê, vocês assumem culpa e está feito? Ah, assim eu assumo a culpa de tudo, assumo a culpa da crise mundial. Há que fazer alguma coisa para repararem a vossa falha. Não é dizer assumimos a culpa e já está.

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publicado por antiego às 00:19
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Antigamente

Segundo o meu novo amigo, antigamente, por volta dos anos 50, na beira alta, era assim:

7h: Almoço

10: Piqueta

12h. Jantar

16h: Merenda

20h: Ceia

 

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publicado por antiego às 00:15
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Domingo, 11 de Maio de 2014

Ninguém sabia o que fazer

No outro dia folheei um livro na feira que falava de um certo guru que fazia do caminhar a sua pratica religiosa. A caminhar o man meditava e aquilo parecia tudo muito wild. Alto estado de transe com o simples dar à perna.

Hoje haviam algumas opções em cima da mesa: ir ao cinema, ir a uma exposição, ir a um museu. Nada disto me capacitava. Pá, vamos é passear pela cidade. Quero ver sitios que nunca vi e que não precise de apanhar um avião. Bateu. E lá disse a frase dos hippies portugueses dos anos 70: isto é o que a gente leva da vida. Não as exposições. Qual foi a exposição que lhe ficou na memória? Vou ver ali a minha check list de museus e já venho.

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publicado por antiego às 00:12
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