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Sábado, 31 de Março de 2012

Meu acordo ortográfico

         Recebi um mail que tenta ridicularizar os acordos ortográficos chegando ao ponto de acabar com o seguinte texto:

 

         “Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe

exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu.

         Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum?”

 

         Não é preciso chegar a este cúmulo. Seria bastante prático acabar com os acentos devido à utilização de teclados. Um amigo meu francês discorda veeementemente dando o exemplo da história de duas linguas. Para ele o inglês deteriorou-se ao simplificar-se, inclusive sumprimindo os acentos. Enquanto o alemão, mantendo os acentos, manteve-se uma língua muito literária.

         Para ele os acentos são a alma de uma língua.

         Mas que sei eu disto? Para mim a alma de uma lingua é a sua beleza fonética e as suas expressões. Considero o inglês uma lingua bastante poética com as suas expressões, “prhasal verbs” e a sua brilhante capacidade em criar conceitos dando-lhes um nome simples, curto e fácil, como “wishful thinking”, por exemplo.

        Os ingleses têm essa capacidade incrivel de, com quase um som apenas, fazerem alusão a um conceito que um português teria de explicar de 5 minutos a meia-hora. Esta capacidade de sintese e de sistematizar é muito valiosa para quem acha que falar serve essencialmente para comunicar, e que acredita que esta equação não é disparatada:

 

                                     Quantidade de informação

Riqueza de falar =    ----------------------------------------

                                          Palavras proferidas

 

          A minha proposta para o mesmo texto é a seguinte:

  

         <<Penso que ainda poderiamos propor mais algumas melhorias, mas parece-me que este breve exercicio ja eh suficiente para todos perceberem como a simplificassao e a aproximassao da ortografia ah oralidade so pode trazer vantagens competitivas para a lingua purtuguesa e para a sua expanssao no mundo.

          Sera que algum dia chegaremos a esta perfeissao?>>

 

publicado por antiego às 14:16
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1 comentário:
De Angela Maieski a 31 de Março de 2012 às 19:14
Se levarmos em consideração a forma como os jovens usam a língua portuguesa na internet, a mensagem que recebeste é o reflexo perfeito da mesma, mas tua sugestão facilitaria para os brasileiros. Grande parte da população não sabe quando usar o c cedilha ou os dois ss, porém difícil mesmo seria transformar cinco minutos em uma única expressão. O que vale mesmo é podermos conhecer outras forma de pensar e respeitar as diferenças. A língua é dinâmica e vai se acomodando através dos tempos, independente de sermos a favor ou contra.

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