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Este desafio foi-me passado pelo Sextrip:
O teu conceito.
Ou simplesmente aquilo que te ocorre no momento.
Vida: uma luta.
Amor: “The only engine of survival” – Leonard Cohen
Casamento: Acto de fé.
Dinheiro: independência.
Homem: Anjo caído. Belzebu.
Mulher: Mãe
Filhos: A nossa maior riqueza.
Família: Mais que Eu. O nosso sangue. Nós. Lar. O Castelo, o reduto. O fundamento. O pilar. A relegião. I prefer a giant family than a feast of friends.
Desejo: O Animal.
Profissão: Felizes os que estão empregados naquilo que gostam de fazer.
Sucesso: Bombom para o ego.
Realização pessoal: Criar.
Saúde: “Mais Afecto, menos doença”
Internet: Um maravilhoso mundo novo. A maior ferramenta de combate à solidão. Devia ganhar o prémio nobel da paz.
Presente: Já passou, nunca mais passa.
Passado: Está morto. Mas o espirito vive e pode ser evocado.
Futuro: Ansiedade.
Política: Porcos.
Portugal: O país que fez das tripas coração. Grande poder criativo, inteligência única, complexo aberrante de inferioridade. “Ai esta terra ainda vai cumprir seu ideal, ainda se vai tornar um império colonial (imenso Portugal)” – Chico Buarque de Holanda
Sexo: “Sex means nothing when you’ve done it”
Arte: Um gato.
“Minha música vem da
Música da poesia de um poeta João que
Não gosta de música
Minha poesia vem
Da poesia da música de um João músico que
Não gosta de poesia” – Caetano Veloso
Opinião sobre o desafio em questão: interessante.
Passa o desafio a três pessoas da tua confiança. Não mais, não menos e dedica-lhes o pensamento que elas te façam ocorrer com mais frequência.
Passo o desafio a…
Tenho como certo que quando Oscar Wilde falava de pessoas incoerentes, referia-se a pessoas que não evoluem. Pessoas que, ao longo do tempo, se mantêm com as mesmas ideias, atacanhadas. Ou “só não muda de ideias quem não as tem”.
Acho que a palavra incoerente é infeliz para definir esta caracteristica. Não sei qual será a palavra original em inglês.
Para mim a incoerência não é uma pessoa não evoluir. Incorência aplicasse mais à situação em que uma pessoa não é coerente num dado momento (e não ao longo do tempo). Isto costuma se revelar, por exemplo, na distância que vai das palavras de uma pessoa aos seus actos, ou ao que realmente sente.
Uma pessoa incoerente para mim, é alguém deprezivel.
Enquanto pessoas coerentes, são pessoas integras, consequentes, de confiança, com valor.
Há muitas pessoas que são contra as generalizações, quais moralistas indignados por ser racizar um tipo de pessoas. Julgam que quem generaliza é preconceituoso ou está a criar um preconceito.
Isso é um preconceito. Esses tais moralista têm um preconceito em relação às generalizações e quem as faz. O que interessa é se as generalizações correspondem à realidade ou não. Se são justas ou não.
O maior erro que as pessoas cometem é entender uma generalização como um “totalidade”. Quando uma pessoa diz “Os Visigodos são azeiteiros” está a dizer que “A maior parte dos visigodos são azeiteiros” e não “todos os Visigodos são azeiteiros”.
E depois há diálogos idiotas do género:
- O ser humano tem cabêlo.
- Não. Há homens que não têm cabelo, os carecas. E mais! Quando os seres humanos nascem, não têm cabelo (não, a minha filha tinha, chupa!)
Estes são espiritos tacanhos. Mais a mais, esquecem-se de uma coisa que existe no pensamento humano que são as excepções.
Que idiotice é essa de ser contra generalizações? Elas são necessárias. É a maneira de sistematizarmos as coisas. É um racicionio inteligente, lógico e matemático. Sem elas, sem este mecanismo de pensamento, de classificação, seria o caos. Esses moralista também o fazem, simplesmente porque são humanos. Senão o fazem são burros.
Mais uma vez, importa se a generalização é correcta ou não. Obviamente que as pessoas cometem muitos erros quando generalizam, como generalizar a partir de apenas dois exemplos.
Criticar generalizações também é um cliché, também é uma moda actual.
Há o mito que determinadas emoções são exclusivas de certas idades. E quem as tem fora dessa janela de idades, é imaturo ou não bate bem.
Certa vez ouvi uma mulher falar do homem com quem ía casar:
- Eu sei que ele já não é nenhum adolescente para se apaixonar por mim.
QuÊÊÊ !!!!! O gajo era trintão (ela era vintona). Que raio de racionalismo pseudo-intelectual é este?
Também é próprio do adolescente, se excitar facilmente. Vê uma mini-saia e fica logo todo emproado. Já o homem maduro pode ver a gaja mais quente do mundo toda nua, e… permanece impávido e sereno – grande homem, homem com H grande. É o que se espera de um homem adulto e equlibrado.
Tomara eu, com 80 anos, me apaixonar perdidamente ou ficar com uma grande tesão só de ver as formas de uns seios!
Nunca percebi o que é isso de “mau sexo”. Para já, isto é uma expressão anglo-saxónica, adoptada para português. É o “bad sex” que ouvimos nas séries de lingua inglesa e nas canções.
Para mim, mau sexo é não o ter. Desde que não nos saia na rifa um(a) psicopata.
Ou será que os ingleses têm padrões sexuais muito exigentes? Porém, os latinos são tidos como mais fogosos, daí a expressão “latin lover”.
Isto é um pau de dois bicos: tem-se a ideia que os ingleses e nórdicos, são mais frios na cama e têm um sexo mais pobre (até os próprios ingleses reconhecem isto). Este suposto facto poderia ter duas reacções:
1. Como têm sexo pouco fogoso, realmente viram-se foçados a criar a expressão “bad sex”, fartos de tantas experiências pouco gratificantes.
2. Como têm sexo pouco fogoso, os seus padrões seriam mais baixos que os dos latinos, e teriam, relativamente, melhor sexo que estes (baixas expectativas).
Pelos vistos, é o primeiro caso.
E os latinos quando se queixam, queixam-se de barriga cheia? - Acho que os latinos queixam-se mesmo é de pouco sexo ou de falta de sexo.
Ou será que mau sexo são coisas como:
- Apanhar no cú.
- Ser violada.
- Apanhar uma companhia que quando atinge o climax, exclama troçando: “eu já estou!” e vaza da relação.
- Ter uma companhia que não sabe ser activa, nem deixa que a outra parte seja activa: o que commumente se chama “Não fode nem deixa que o fodam”.
- Apanhar uma gaja com a vagina dentada (ou com a boca dentada).
Já que estamos numa de saúde, tendo falado, nos ultimos posts, de Health Clubs, vamos agora falar de higiene e de um falso mito.
Toda a gente já recebeu, no seu correio eletrónico, um cartoon sobre o sexo nas várias nacionalidades. Relativo ao nosso país, aparece um homem a fazer um cunilingulus enquanto imagina (balão de pensamento de banda desenhada) um monte de peixes a feder. Quer isto dizer que as portuguesas são umas badalhocas?
Mas isto não é caracteristica portuguesa como iriam atirar já os portugueses anti-portugueses.
Na série “O Sexo e a Cidade” há um episódio em que dois gays querem experimentar sexo heterossexual. Para tal efeito escolhem a Samantha que logo se sente lisonjeada. Os três estão na cama nos preliminares. E eis que os gays, descendo para o regaço da Samantha, notam um odor esquisito e desagradável. Com os narizes a pulsar desistem da experiência.
Que mito é esse que a vagina de uma mulher cheira mal, como se fosse o seu estado natural? Não será simplesmente falta de higiene? Se os homens não lavarem o seu sexo, certamente que o seu odor será bastante desagradável. E se na menstruação o cheiro é mais intenso, não será porque precisa de uma higiene mais frequente? Não. É tudo muito natural. È como suar.
- Ò minhas, queixam-se do meu cheiro a suor? Mas isto é natural, é o meu cheiro natural, é a natureza a falar.
E se fossemos todos tomar banho? Por questões ecológicas.
Dizem, por graça (pe: Herman José) que há aqueles que adoram estes odores naturais e até preferem que não haja higiene. Devem ser o freaks. Deve haver ainda os grandes machos que não se importam com estes pormenores, marcha tudo. Isto da higiene é para mariconços.
Enquanto há o dito macho que não se perde com estas mesquinhices e fornica de qualquer maneira, há também os timidos (e incautos) que não estão para:
- Hmmm, e se fossemos tomar um banho antes?
Nada melhor que uma casa que acaba de abrir. É a simpatia total (ou uma casa na mó de baixo).
Estava eu numa aula de Body Balance com uma professora feia, porca, má, sem graça e esquelética.
- Digam-me se a música está muito alta.
- A musica está muito alta.
- Mas nestas aulas é preciso ritmo, blá blá blá
- perguntou se a musica estava alta e eu respondi.
Resultado. A musica continua alta. A aula Body Balance é uma palhaçada, não há nada como Yoga. É como comer a alta velocidade com uma timoneira pirosa:
- Levanta, abre, mete, engole!
Estar a olhar para a professora para seguir a sua coreografia acelerada, faz mal ao pescoço se tivermos de frente para ela. Ela pede-me vezes sem conta para eu sair da diagonal. A musica torna-se insuportável à medida que se vai suando cada vez mais. Foda-se! Basta. Vou bazar.
- Não pode sair a meio de uma aula.
- Ai isso é que posso.
Lá saí e não queria crêr no que ouvi. Mas este pessoal é maluco? Estou certo que têm as suas razões, mas nenhuma razão é mais forte do que a razão para uma pessoa abandonar a aula a meio.
E então lá me disse um técnico as razões de tal regra:
1. Um desrespeito pelo professor.
2. Pode ser prejudicial à saúde sair a meio de uma aula porque ela é um todo. Por exemplo, parar de repente, sem relaxamento, pode matar.
Espera-se das pessoas (clientes) que tenham algum bom senso. Claro que é chato para um professor ver alunos a sairem a meio da aula. Mas se saiem, parte-se do principio que não é porque lhes apeteceu e estão-se a cagar para o alto técnico de desporto. De qualquer modo, se o professor é um profissional, terá que lidar com isso. Ou será que vai amuar e fazer uma birra?
Quanto ao 2º ponto ele parece uma falácia. As pessoas devem ser educadas que parar de repente pode ser mau para o coração, se isso é verdade. Isso pode acontecer em qualquer situação. Numa aula, no ginásio, a jogar futebol, a correr para um autocarro. Os técnicos de desporto só podem assegurar isso numa aula. Não creio que no ginásio andem a atentos a todas as pessoas, verificando se se esforçam demais ou se não fazem o relaxamento.
Tal como uma pessoa que acaba uma sessão de ginásio, uma pessoa que saia de uma aula a meio, como boa prática, vai fazer exercicios de relaxamento.
Quanto mais, esta regra deveria ser, antes, uma recomendação. Não se deve sair de uma aula a meio porque… explicando, meu deus! Que mania é essa de impor regras ou recomendações sem as explicar!
Um Heatlh Club não é um liceu.
Quando quero ir a uma discoteca não vou a um Health Club.
Que mania é essa de todos os Health clubs fazerem dos seus espaços discotecas para adolescentes, pondo música barulhenta a picar os miolos dos clientes?
É Patético que um professor de uma aula desportiva use um microfone, para falar ainda mais alto que a musica estridente – a intenção é esta, como é óbvio, e o resultado infeliz também. Yah, é cool, é moderno, a aula é acutilante, cheia de energia, somos jovens, estamos vivos, que maravilha, a vida é bela e somos felizes.
Isto é mesmo um toque à Disco. A musica a bombar forte e feito e o DJ a incentivar os clientes a abanar o capacete até doer. Só falta dar as palavras de ordem, à velha moda antiga: “CAN YOU FEEL IT!”. Parece o Big Show Sic ou, na versão do herman José, o Pig Show Sic.
Meus amigos, a musica deve estar a um volume tal que a voz humana seja audivel. E não com décibeis mais altos que a voz humana. Isto é o natural, é o sensato.
É um sério atentado à saúde fazer-se desporto com musica alta ou a altos berros. A não ser que o desporto seja dança ou tenha muito movimento (como step, por exemplo). Aulas cuja posição é estática, como aulas com pesos, Body Balance, outros bodies e etc, devem ter a musica num tom muito baixo ou não ter musica de todo.
O desporto é uma actividade de gozo, de lazer, Nos dias de hoje, o desporto é, sobretudo, uma actividade de relaxamento (já que o stress é uma constante da vida). O esforço fisico induz ao relaxamento, a curto ou médio prazo. O exercicio fisico primeiro excita, acorda, conforme a carga, e depois relaxa. O ruído perturba e de que maneira.
O desporto é suposto relaxar. Repetindo, as pessoas procuram o desporto para combater o stress, para dormir melhor, para uma vida mais tranquila.
Imaginem o que é ir para uma aula desportiva, exercitar o coração e este ser massacrado por ondas vibratórias agressivas.
Imaginem uma aula de Judo ou Karaté com a musica a altos berros. Imaginem terem uma relação sexual com musica no máximo volume (ainda que para disfarçar perante os vizinhos).
Eu sei que sou demasiado sensivel ao ruído, mas o que eu sinto as outras pessoas acabam por sofrer sem se aperceberem. Acontece-me o seguinte: ao principio da aula até tolero a musica alta. À medida que vou ficando cansado, a musica vai-me perturbando cada vez mais. Será que sou um anormal?
Qualquer médico ou profissional de saúde dirá que é prejudicial à saúde fazer desporto com música alta. Porque é óbvio.
Tudo isto é ainda mais irónico quando Health Club quer dizer “Clube de Saúde” em português.
ps: Os latinos, por regra, não se queixam, está sempre tudo bem. E quem se queixa é picuínhas, esquisito. Às vezes dá impressão que podem apanhar no cú sem sentirem nada.