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As medidas do governo para equilibrar as contas: reduzir os salários acima dos 1500 euros e aumentar o IVA, parecem-me mais que acertadas e pecam muito por serem tardias.
Acho que o esforço está bem distribuído. Alguém explique aos menos esclarecidos que se medidas não forem tomadas, se o Orçamento de estado não passar, então será muito pior.
Esta medidas parecem-me soberbas porque:
Para a oposição e para uma boa parte do povo, o grande pecado do governo foi ter prometido e não cumprido. Por amor de deus, este argumento está mais que gasto. Todos os políticos prometem e não cumprem. Não é por aí. A não ser que o politico seja uma idiota de Manuela Ferreira Leite que não tem plano, não fala, porque não quer prometer e não cumprir.
Mesmo que haja um político de boa fé, cujo maior interesse é defender os interesses nacionais, eu acho que ele, para atingir os seus fins, terá que forçosamente entrar no jogo político seduzindo o povo com promessas, que não sabe se vai poder cumprir.
Se assim não fosse, senão houvessem promessas vãs politicas, o Vilarinho do SLB nunca poderia ter dado o maior contributo histórico para a colectividade encarnada: salvar o glorioso clube do presidente Vale e Azevedo. Vilarinho prometeu o jogador Jardel, e não cumpriu, mas conseguiu esse feito infinitamente maior que foi salvar o Benfica daquele homem.
Anda muita gente histérica, que não vai passar fome com estas medidas, já a mover a nação para uma greve geral. Uma greve geral contra as medidas. As medidas são mais que necessárias. Ao fazer uma greve, deveriam fazer em protesto contra aquilo que nos trouxe até esta crise.
O Povo é egoísta, nem quer perceber que este esforço é para o bem comum.
Só queremos saber de nós. Se tivermos num hospital com um dedo em ferida, gritámos, esperneamos, queixamo-nos da má sorte, nem que passemos pela unidade de queimados.