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Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011

Safar-se

Safar é um verbo feio que eu também uso, fruto de o ter ouvido tantas vezes.

Há uns bons anos o Herman José a entrevistava um politico português de nomeada. Perguntou-lhe como lhe correu a vida com as mulheres quando era jovem. O político respondeu-lhe que se safava. Ora, não há contexto mais reles e vil para o verbo Safar do que o da vida romântica ou sexual. O preocupante é que isto é uma amostra sobre o nível dos nossos políticos. E então como está a governar a sua vida no governo? Está-se a safar bem?

 

Safarmo-nos faz parte da Filosofia de vida do português. Dá a impressão que o que interessa é safarmo-nos, não interessa como, e que se lixe tudo o resto.

 

A única graça que isto poderia ter seria no contexto de um filme para adultos, histórias de um mundo ideal e feliz, onde toda a gente se safa.

publicado por antiego às 11:58
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Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

Detectar Mentiras

Passou uma reportagem na televisão sobre um crime passional no qual um homem esfaqueou, em praça pública, a sua ex-companheira com múltiplos golpes.

No inicio da entrevista ao homem:

- Foi planeado?

- Se tivesse sido planeado teria sido feito de outra forma (…)

 

Quando um gajo responde assim, nem precisa de haver contexto algum. Ainda não tinha visto a reportagem toda, ainda não tinha ouvido o homem a falar, mas basta uma resposta destas para estar na cara – é claro que foi planeado. Se o gajo fala em planeamento é porque lhe ocorreu tal coisa. Se ele põe a hipótese de um planeamento, é porque pensou nisso. Esta resposta chega a ser anedótica. O gajo devia ter o plano A: assassínio planeado. Plano B: Assassínio não planeado. O gajo acabou por levar a cabo o plano B, daí poder dizer com tanta propriedade que teria sido feito de outra maneira se fosse pelo plano A. Via-se que o gajo sabia do que estava a falar.

 

Vendo o resto da entrevista e o resto da reportagem, ficamos ainda com mais certeza do crime que cometeu, como e das suas motivações. É já todo o contexto. Ele vai se esquivando ás mais graves acusações, declara-se arrependido. Não convence, e ao lado dos factos, palavras e argumentos infantis, está o seu tom de voz deslavado e a sua atitude. Tudo conta para o quadro completo.

O Homem aparece na entrevista meio na sombra meio no sol e com a voz distorcida. Dá para ver a sua compleição física e adivinhar a sua fisionomia facial.

Numa situação destas, de suposto arrependimento sincero, não me parece sincero uma pessoa aparecer com a voz distorcida. Não tenho problemas em ele estar atrás de um biombo e não mostrar um centímetro quadrado do seu corpo. Mas agora ocultar a voz… a voz é a alma.

 

 

publicado por antiego às 10:57
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Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010

Rub it in

Para dar resposta a milhares, incluindo esta bloguista que escreve:

 

<< Expliquem-me onde é que os homens (ou as mulheres, talvez também se aplique) aprenderam que falar sobre um assunto é mau, que se deve fingir que nada aconteceu e continuar a relação como se fosse do ponto 0? >>

 

Se juntarmos numa só pessoa o hábito de cismar, o gosto por falar (fala bem não olhes a quem), uma mente complexa, uma forte perspectiva egocêntrica, uma certa insatisfação crónica… neste caso, nada passará em branco. Tudo terá que ser forçosamente analisado até ao ínfimo pormenor.

 

Enquanto há assuntos que devem ser discutidos e sobretudo, clarificados, há outros que só servirão, no melhor dos casos, para exercitar os maxilares.

Há acontecimentos desagradáveis aos quais não se deve dar muita importância. Há assuntos que, falar sobre eles, só os podem piorar.

 

Os anglófonos têm uma expressão para esta ideia. Quando aparece um chatarrão a invocar um assunto desagradável, a reacção que poderá obter será:

- Don’t Rubit in!

Ou seja: não venhas com essa conversa de merda que só vais piorar as coisas ao trazer o assunto de volta.

 

Como a identidade do Português é a Saudade, o português adora chafurdar no passado, e por via fadista, quanto mais triste e traumático, melhor. O Português apega-se à idiotice da psicologia que dita que falar de experiências traumáticas é a melhor coisa para curar a nossa alma. O melhor amigo do português é o velhinho Freud.

 

Com mil Tretas, estudos mais recentes demonstram que as pessoas que melhor superam verdadeiros traumas foram aquelas que os recalcaram. Aquelas pessoas que tinham por hábito invocar os seus traumas, eram aquelas que mais sofriam com eles.

Ou seja, “O psicólogo é aquela pessoa a quem pagamos para falar de coisas que nós pagaríamos para esquecer”.

 

A questão é simples: vale a pena pensares nisso?

Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010

Cidadania no Secundário, como Disciplina

Tenho um colega Holandês que é professor de Cidadania no seu país, no ensino secundário.

Será que temos algo parecido cá em Portugal, fora a triste disciplina de “Religião e Moral”, opcional, da escola preparatória?

 

Eu acho que é essencial existir uma cadeira que eduque realmente e forme as pessoas. Mais importante que ter um filho a saber ler e fazer contas, é ter um filho consciente, com valores, que saiba viver.

 

Isto não é um ensino que se deva deixar só à responsabilidade dos pais. Como diz a minha mulher, gostava que os nossos filhos frequentassem a Catequese, mais para eles verificarem que valores que ela prega, também são defendidos por outros.

Não é por eu dar uns chutos na bola com o meu filho que ele não precisa de jogar mais à bola.

O ensino de Cidadania da escola iria complementar a minha educação e/ou reforça-la. Casos haveriam que seria o meu filho a ensinar-me com o que bebeu na escola. As crianças têm que ser confrontadas com outras ideias, de pessoas adultas e formadas, que não as dos pais.

 

Esta disciplina teria que ser atractiva. Um espaço sobretudo de diálogo e descontracção (não demasiada). Ver uns vídeos, ver um filme, ler uns jornais, umas revistas, debater o material mostrado. Debater assuntos actuais como o Bullying, que fazer face à crise, violência doméstica. Ensinar coisas práticas para a vida. Ensinar leis, direitos, deveres, saúde, economia doméstica, culturas, pontos de vista, aforismos, sugestões para o lazer, jogos sociais.

Espaço para a partilha de histórias dos alunos. Deveria ser uma aula muito lúdica também, à qual os alunos gostassem de ir.

 

Nesta disciplina teria que haver classificações também. Seria a bandalheira senão houvessem exames. Que tipo de exames? Por exemplo, com factos históricos ou de cultura geral. Poderiam leccionar-se, por exemplo, história de filantropos e daqueles que mereceram o Nobel da Paz.

Exame tosco de cidadania:

  1. Em que ano nasceu Portugal?
  2. Que país atribui os prémios Nobel?
  3. Qual a velocidade máxima a que devem circular os carros nas cidades?
  4. Quem foi Aristides de Sousa Mendes?
  5. Quais as diferenças entre Judaísmo, Cristianismo e Islamismo?

 

Que me interessa a mim o meu filho tirar 5 a matemática, português e educação visual se for uma perfeita besta?

- O meu filho pode ser uma grande besta que só se interessa por si e pelas suas coisas, mas foi prémio Nobel da Física e não sabe o que há-de fazer ao dinheiro.

Terça-feira, 12 de Outubro de 2010

Pormenores Pessoais

Uma vez um amigo meu disse a outro, em jeito de tacada “Os grandes homens vêem-se pelas pequenas coisas”.

 

Este aforismo pertence ao rol daqueles que soam bem mas eu nunca concordei com eles. São os meus preciosismos. É certo que em tudo o que fazemos mostramos a nossa personalidade, mas acho que os grandes homens topam-se mais é pelas grandes coisas. O resto é pormenores de classe.

 

Certa vez um colega meu contava uma rábula matemática, daquelas que no fim o resultado não bate certo, mas em que somos levados por um raciocínio falacioso. Estas rábulas são realmente engraçadas e curiosas. Pese embora a sua graça, eu expliquei em que ponto do conto o raciocínio falhava. O contador não aceitou a explicação e continuou-se a rir das palavras bem-falantes e simples que derrotavam e zombavam dos dogmáticos números.

Eu não me lembraria deste episódio se o contador não fosse um licenciado em engenharia.

 

Anos mais atrás, um conhecido meu comentava entusiasmadíssimo a final da taça dos campeões entre o Bayern de Munique e o Manchester United. O homem estava em êxtase, nunca houvera visto um jogo tão fabuloso de futebol espetáculo. O futebol tinha atingido a sua expressão máxima naquele jogo sublime de emoção em que o Manchester a perder 1-0 a poucos minutos do fim, virava o resultado e sagrava-se campeão europeu. Ao que um dos seus interlocutores lhe respondeu com um ar mais comedido e menos histérico:

- Tem uma piada do caraças: Uma equipa andar a massacrar a outra durante 90 minutos e perder a taça em 2 minutos.

 

Este último andava a estudar para Juiz.

publicado por antiego às 14:45
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Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010

Kitsch

Para combater os obstáculos à sua evolução pessoal, para um melhor auto-conhecimento, eu acho fundamental conhecer os conceitos.

Por isso acho os anglófonos brilhantes na criação de novos conceitos. Neste caso, parece que este foi criado pelos alemães:

 

Kitsch é um termo de origem alemã (verkitschen) que é usado para categorizar objetos de valor estético distorcidos e/ou exagerados, que são considerados inferiores à sua cópia existente. São freqüentemente associados à predileção do gosto mediano e pela pretensão de, fazendo uso de estereótipos e chavões que não são autênticos, tomar para si valores de uma tradição cultural privilegiada (mais…).

 

A primeira vez que ouvi a palavra Kitsch foi em1990, a propósito do Quim Barreiros. “O Kitsch volta a ser moda”. A palavra surgiu para ilibar as pessoas intelectuais de gostarem de coisas foleiras. Naquele ano, estudante universitário que não gostasse do pai da música pimba, era um gajo cinzento, muito careta. Engraçado que o que veio, desde então, foi o Kitsch ao quadrado e cubo, na musica nacional.

Faz sentido surgir este termo, neste novo contexto. Eu sei que isto é foleiro, mas gosto de ouvir, gosto de ver, acho piada. Nada como a consciência. Foi muito importante aparecer esta onda para combater o preconceito que há em nós. Mais grave que não admitirmos aos outros que gostamos de certa coisa, é nós pôr-mos essa coisa logo de lado, não admitindo a nós próprios que gostamos dela.

Pessoa muito à frente que se preze, hoje em dia, faz questão de fazer notar que vibra com cenas muito Kitsch, tipo Big Brother, José Cid.

 

O que acontece é que a maior parte das pessoas só é capaz de reconhecer o Kitsch que está pré-definido como tal.

Nunca nos passou pela cabeça se nós próprios não seremos um objecto Kitsch, com comportamentos Kitsch. Mas desde que nos sintamos bem…

Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010

É Infeliz ou Idiota?

Li num blog que o novo novel da literatura, Mario Vargas Llosa, afirmou que “Só um idiota pode ser verdadeiramente feliz”.

 

Isto lembra-me as pessoas ricas de espírito que não conseguem ser felizes devido a terem uma mente muito complexa. Para elas, a felicidade é uma coisa simplória, apenas alcançável por verdadeiros atrasados mentais. E numa falsa humildade, não admitem o seu consolo: um sentimento de superioridade intelectual e espiritual sobre a ralé acéfala.

O cúmulo desta idiotice é achar que há pessoas que são demasiado simples para terem uma depressão, estado só alcançavel pelas grandes almas.

 

Que raios. Quando me sentia infeliz, achava que a culpa era minha, e ainda me penitenciava mais por isso. Como uma criança que cai e a mãe ainda lhe vai bater por cima. Achava-me um incapaz e um grande burro, por não conseguir criar condições para sair da tristeza/pasmaceira. Para mim, ser infeliz era sinal de falta de inteligência e, sobretudo, muita falta de presença de espírito.

Que há a fazer na tristeza? Procurar saber mais, procurar ser mais esperto, procurar ser mais disciplinado, procurar conhecer-me melhor.

 

E não, nunca fui adepto da felicidade a qualquer preço. Preferia ser um tipo inteligente triste do que um pateta feliz. Ou seja, até trocava um bocado de felicidade por inteligência. Pensando bem, é um investimento. Perco alguma felicidade, mas vou recupera-la mais tarde, porque a inteligência gera felicidade. Depois de atingido o break-even, podemos ser mais felizes do que eramos antes do negócio.

Se ninguém trocasse o agradável pela dureza, se ninguém trocasse o ócio ou o prazer pelo estudo ou trabalho, queria ver onde iria parar a felicidade.

Um inteligente triste é alguém que tem armas para sair da sua tristeza, enquanto que um pateta feliz tem os pés de barro. Uma das características mais ridículas dos patetas é, precisamente, fingir mais alegria do que a que realmente sentem, e pensar que possuem sabedoria e conhecimentos, quando são uns verdadeiros clichés. Um pateta sempre me pareceu uma pessoa artificial com uma alegria gritantemente forçada.

 

Na verdade, a felicidade não depende tanto assim de nós. Segundo dizem os cientistas, depende dos químicos que temos no cérebro. Depende da sorte dos químicos que temos no cérebro, e da sorte que vamos tendo na vida. E ainda há o gene da felicidade em Quem gosta de tudo, nada ama.

 

Desculpar a infelicidade com a sua inteligência e sensibilidade, parece-me bastante ilógico e das coisas mais idiotas do mundo, o que deveria fazer de você das pessoas mais felizes do mundo.

publicado por antiego às 17:14
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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

Atendimento ao Balcão

Certa vez fui a uma casa de comes e bebés pedir um café, num centro comercial. Os cafés são servidos em copos de plástico. Mas esta casa fazia-me o favor de servir em chávena com a promessa que eu a devolveria. Encontrei uma empregada nova, perguntei, mais uma vez, se não poderiam servir em chávena. Devo ter insinuado a hipótese de uma situação excepcional. Ao que a empregada me respondeu toda cheia de personalidade:

- Não. Aqui todos os clientes são iguais.

 

No comércio há justiça! O comércio é católico, o comércio é comunista.

Errado. Não ouviram a buzina de concurso televisivo de resposta errada? Não, minha senhora, se há um mundo em que as pessoas não podem ser todas iguais, esse é no comércio. Se eu tivesse uma casa comercial, iria querer que todos os meus clientes se sentissem especiais e únicos.

 

No caso de negar um favor a um cliente, basta dizer não, não é preciso insulta-lo de igualdade a todos os comuns mortais.

Se não temos amigos, se estamos sós no mundo, e se os barmans e barwomans já nos tratam como uma pessoa sem rosto na multidão, resta-nos a linha telefónica da amizade?

 

 

publicado por antiego às 17:06
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Sábado, 24 de Julho de 2010

Podem os Incrédulos ser Ingénuos?

Robert Forster, um dos melhores escritores de canções da pop, elemento dos Go-Betweens, escreveu as seguintes palavras, na sua carreira a solo:

 

Quando eu era jovem, tonto e ingénuo

pensava que não havia mulher no mundo para mim

Mas agora mudei de ideia

Eu tenho procurado por alguém, pensava que era em vão

A festa acabou e ela apareceu”

I've Been Looking For Somebody (album “Danger in the Past”)

 

publicado por antiego às 22:22
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Quinta-feira, 22 de Julho de 2010

O meu lado Gay

Quem me leu a defender o casamento homossexual deve pensar que eu sou muito pouco macho. È verdade, estou longe de ser um macho Α, sou mais para o macho Θ.

 

A provar isso vou falar sobre os homens que eu considero bonitos. Um homem bonito para mim é quase uma palavra: estilo. Tem que ter muito estilo. Há cerca de 9 anos atrás ía num autocarro e vi um homem bastante bonito. Não, não fiz para sair na mesma paragem que ele, aconteceu. Ambos entramos num túnel do metro para atravessar para o outro lado. Ele foi mais à frente assobiando uma melodia. Achei muita agradável a musica que ele ía assobiando e ecoava no túnel. Fazia parte do estilo dele. Tipo estiloso, despreocupado, seguro de si, porreirão, de bem com a vida. Chuif, nunca mais o vi.

 

Eis um exemplo de homem bonito: Brandon Flowers.

 

Além deste, sempre curti o Bruce Willis. E Mickey Rourke à “Rumble Fish”, também não é de se deitar fora.

 

E esta, carago! Tenho ou não tenho bom gosto?

 

Agora, gostar de homens com ares de panilas como Brad Pitt, Tom Cruise ou George Clooney é que é mau gosto pra caramba.

Dos portugueses, percebo porque acham o Mourinho atraente, é, não percebo o que vêem no figo, nem estilo nem diz uma palavra para a caixa. Para mim, bonito e com estilo acho o nosso actor internacional Joaquim de Almeida.

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