"Espicaçar as consciências adormecidas"

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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Crianças até aos 3 anos

            Há uns fins de semana atrás, a revista do DN e JN trazia um artigo que falava sobre cuidados com as crianças até aos 3 anos. Segundo o artigo, 70% das crianças até aos 3 anos, não vão para a creche. Os pais preferem-nos ter em casa. Alguém fica a tomar conta deles, a mãe, os avós, alguém da familia.

            Bem, pessoalmente conheci muitos casos de pais que confiam o seu bébé ou criança a uma “creche caseira”. Creche caseira é uma casa de uma senhora, em que ela mete 4 ou 5 crianças lá dentro e toma conta deles. A grande vantagem para os pais é que deve ficar mais barato que uma creche privada e pode ter a vantagem de ficar mais perto de casa. Pelo que vi e ouvi, fujam a 7 pés desta opção. Além das 2 supostas vantagens, só tem inconvenientes. Só poderia valer a pena se a senhora fosse da nossa plena confiança, a casa fosse super-asseada, com muito espaço e brinquedos… ou seja, a senhora teria que ser formada em educação infantil e ser amante da sua profissão.

            Vi uma situação em que a senhora tinha em casa as suas 4, 5 crianças e inclusivé um cão e gato domésticos. Bestial. Ela já devia estar a ver ao longe: o papel afectivo de um animal nas crianças.

 

            Nem pensem nesta solução, a não ser que vivam a 100km de tudo. Há creches do estado ou comparticipadas pelo estado, conforme o rendimento per capita do agregado familiar, como por exemplo as creches da Santa Casa da Misericórdia. O problema é que as pessoas com menos formação são as que possuem mais preconceitos. E podem achar que uma creche do estado é de fraquissima qualidade, mal frequentada e… claro, não servirá para os seus tesouros, embora eles tenham nascido num seio em que seria suicidio pagar 300 euros por mês de creche. São os que se podem chamar de pobres snobs, ou, se souberem de expressão melhor, digam.

 

            Voltando ao artigo, ele corroborava nessa opção dos pais Portugueses, pois os especialistas defendem que uma criança, nos seus primeiros anos de vida, idealmente deve ser criada pelos pais ou familia. Deste modo criam laços afectivos com os pais ou familiares – os que cuidam deles.

            Na realidade muitas pessoas, isso nem chega a ser opção. A única opção é trabalhar e não há avós, tios, madrinhas para tomar conta do bébé.

 

            Agora eu pergunto: ora bolas, mas para criar laços afectivos é preciso estar a olhar 24 horas por dia para as crianças?

            Será que (todos os dias!) dar-lhes biberão de manhã, trocar a fralda, passar uma hora com elas, ao fim da tarde, dar-lhes banho, dar-lhes a pápa, trocar-lhes a fralda e estar com eles 2 horas, não criará laços afectivos? E passar todo o dia com elas ao fim de semana? Ou seja, 2 dias inteiros em cada 7, não sei se os psicologos estão a ver esta estatistica.

 

            Por outro lado, eu (e muita gente) tenho a teoria que os bébés são como nós, mas só que mais bébés. E nós somos uns seres um bocado dados à saturação. Em contacto com as mesmas situações, por exemplo diariamente, acabamos por nos saturar em maior ou menor grau. E sentimos necessidade de espairecer, desopilar. Quem consegue viver com a sua alma gémea, 24 horas por dia durante 3 anos, sem se saturar?

            Do mesmo modo, acho que é refrescante os bébés irem para a creche. Conhecem novas pessoas, criam laços afectivos com as educadoras, se estas forem amorosas (cabe aos pais avaliarem), vêem outros bébés, estão noutra sala, vêem outras cores, ou seja: vivem mais!

            E já estou a ver os meus bébés a rejubilarem:

 

- Ei, Ei! Ainda não fiz um ano e além dos laços afectivos que criei com o meu papá e mamã, também já criei laços afectivos com as 3 educadoras da sala dos bébés!



Sábado, 9 de Maio de 2009

Vai um Filho ou um Cão?

            Vi um anúncio sobre um programa televisivo sobre a infertilidade, no qual acrescentavam que os casais que não têm filhos são vitimas de reprovação social e sabe-se lá que mais.

            Não consigo compreender porque a sociedade tão maltrata as pessoas que não têm filhos. Até me leva a duvidar que a coisa seja assim tão grave. A única coisa que me leva a acreditar que as pessoas são apedrejadas por não terem filhos, é o movimento anti-"humanos que decidem deixar descendência", que é evidente aqui na blogosfera.

            A teoria é simples: este grupo de pessoas que opta por não ter filhos, fartos de serem humilhados publicamente, revoltou-se à séria e metralham posts anti papás idiotas babados.

 

            A coisa passa-se a nível mundial. Tal como as mulheres foram oprimidas durante séculos obscuros, os celibatários e inférteis (por opção) têm vindo a ser desumanamente menosprezados e espezinhados por esta sociedade preconceituosa. A grande arma da comunicação social contra as mães imbecis, é, como já disse, essa sábia série “O sexo e a Cidade”.

 

Quem não passa pelas coisas, não as sente, logo é incapaz de as compreender. A felicidade alheia incomoda-nos a valer, nem sabemos quanto. Nada parece mais idiota que uma pessoa ser supostamente feliz levando um estilo de vida que nós nunca levamos ou não nos imaginamos a levar. Nada melhor, para nos defendermos, do que depreciar esse estilo de vida.

            Tal como eu não compreendo como as pessoas podem reprovar quem não tem filhos, também quem não tem filhos não compreende o que é os ter. A partir daqui é tudo imaginação, é tudo oco.

            Acham estranho os pais acharem os seus filhos lindíssimos quando eles são visivelmente horríveis. E o amor? Nós, os homo-sapiens, tendemos a ver as coisas tudo pelo prisma dos sentimentos humanos mais mesquinhos – tudo é inveja e vaidade.

            Como dizer a estes childless que é tão simples quanto isto (e não vale a pena inventar a roda) – Quem feio ama bonito lhe parece.

 

            É engraçada a analogia, que se faz entre animais de estimação e bébés/crianças. Essa analogia sempre se fez. Sempre a ouvi mas com o sentido de depreciar aquelas pessoas que adoram animais em detrimento das pessoas.

            Eu não consigo (e nem sei se quero) compreender como uma pessoa consegue adorar cães. Faz-me uma impressão incrível. Como será possível uma pessoa ter um cão num apartamento !!!! Qual o meu remédio? Zombar dessas pessoas. Que estupidez tamanha: ter um cão num apartamento. Será que as pessoas sentem isto que eu sinto sobre aquelas pessoas que têm filhos num apartamento?

            Quem tem filhos, tem-nos para mostrar à sociedade, para o usar como bibelots, como animais de estimação.

            E o amor? Qual amor qual quê! Já sou adulto e maduro demais para não ser cínico.

 

            Meus amigos que não têm filhos e que gozam a vida a valer, sosseguem, não fiquem paranóicos. Nunca vi ninguém ser ostracizado por não ter filhos. O que eu vi, e isso é das coisas mais naturais do mundo, é alguém ser louvado por ter filhos. Porque afinal, ainda há muita gente que gosta de crianças (ou lhes acha alguma graça).

 

publicado por antiego às 04:36
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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Nomes mais Populares

Lista Copiada do sapo, página Nomes de Bébés.

 

Encontre o nome pimba para o seu bebé.

 

Tomás António Silvano Fábio Bernardino Aurélio Bruno Tiago Manuel Paulo David Hugo Lucas Jacinto Tomé Décio Tito Afonso Agostinho Ricardo Caetano Enzo Ivan Guilherme Vítor Domingos Xavier Jorge Emídio Otelo

 

Márcia Sofia Bia Ângela Fernanda Élia Anita Tânia Ema Marta Iara Leonor Milena Liliana Andreia Matilde Diana Dulce Cláudia Inês Margarida Zita Sara Bianca Raquel Neuza Graça Alícia Daniela Mónica

 

            Nos links, estão os significados dos nomes. Estas listas são de se consultar para engrossarem a nossa lista de nomes a não dar aos filhos. Se bem que gosto de David e Andreia.

            Bem, se a vossa mulher não gostar de Alexandre, o Grande, também há a opção Ivan, o Terrivel (eu sei, é uma piada fácil).

            O nome para as meninas é mais delicado. Quem se atreve a chamar à sua filha Maia, embora seja um nome muito bonito, Calimeros à parte?

            Há sempre uns engraçadinhos que optam pela rima fácil, e fustigam a sua portadora. Senão, vejamos:

 

Raquel deixa-me molhar o pincel.

Zita deixa-me papar a tua

Marta, deixa-me ver a tua

Inês, deixa-me ir só esta vez (nem me tinha lembrado dos 3)

Bianca, tens uma boa tranca

Graça, é para a naça

Liliana, anda aqui e Chupa

 

            Fernanda, vamos ver o canal Panda, é realmante uma boa opção.

            Eu sei, os dias dos blogs já tiveram melhores dias.

 

publicado por antiego às 11:35
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