"Espicaçar as consciências adormecidas"

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Terça-feira, 20 de Abril de 2010

O Peso do Palavrão

Em sabia que os americanos dizem palavrões até dizer chega. Primeiro pensei que pudesse ser só nas séries e filmes. Depois vi que aquilo se passa na vida real. Até que no programa “60 minutos” vi que um dos braços direitos de Obama é conhecido por praguejar demasiado. E ao perguntarem a este ordinário se o presidente Obama também proferia injúrias, ele revelou:

- Não vou responder a isso.

 

Sim, um presidente que num discurso diz coisas como “This sucker” e “He Screw… “, é um presidente que é bem capaz de dizer uns bons palavrões quando se irrita, na sala oval.

 

Pensei que os americanos são uns jabardos, mas os ingleses têm mais aquela educação fina.

Até que ao ver o Programa de Jamie Oliver na sua digressão pela Amérrica, ele diz isto:

- While my friends where shagging girls…

 

Não podia crêr. Ok, é o seu programa na América, ele é jovem e jovial, mas imaginem o Ricardo Araújo Pereira dizer o mesmo que o Jamie, na lingua Portuesa:

- Pois é, nas férias grandes, enquanto os meus amigos andavam no inter-rail a foder umas raparigas, o meu pai fechava-me no quarto e forçava-me a escrever umas piadas.

 

Dizer palavrões em lingua estrangeira não tem peso algum. Eu dizer um palavrão em inglês, até tem piada, mas não sabia é que para os própios anglofonos o palavrão não tem muito peso e é uma coisa mais natural.

 

Mais uma vez, não serão os portugueses (do sul) demasiado coninhas com as caralhadas?

O pessoal no norte tem um relação com o palavrão como têm os anglofonos: não tem peso algum e até acham piada. Há mesmo casos em que se trata carinhosamente um amigo por “aquele filho da puta”, e quando ele faz algo menos correcto, ele se torna “Que paneleiro!” – com quem repreende um filho:

- Ó meu morcão, então foste fazer uma coisa destas!

 

 

Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Pare de Complicar

             Uma vez li uma excelente lição de lingua portuguesa sobre o uso indevido e sobre-uso da palavra “complicado”.

            Na boa, davam uns 6 exemplos de frases onde se usava essa palavra. E a seguir diziam, para cada uma das frases, a palavra mais acertada que se devia usar.

            Sempre que tiverem uma conversa sobre as dificuldades da vida, havendo um silêncio, se nada mais vos ocorrer, digam estas palavras sábias:

- É complicado.

            É complicado, o caralho. Foda-se, já não posso com esta merda. Além de martelarem os meu ouvidos até ao massacre, tornam-me a vida atrofiada, mais dificel e tortuosa do que alguma vez pensei que ela fosse.

            Deixem-se de merdas. Eu prefiro o velho desabafo:

- É fodido.

            Se fala dos seus próprios problemas, sempre se pode vitimizar:

- Tou Fodido!

            Se é uma grande injustiça e a vida não avança:

- Tou fodido e mal pago.

            Ou como ouvi este diálogo uma vez, entre um amigo e uma amiga:

- Então, como vão as putas das vossas vidas?

- Fodidas.

            Cada vez que usa a palavra complicado, está a complicar mais a sua vida (e as do que o ouvem). Por outro lado, cada vez que usa a palavra fodido, está a relembrar o que a vida pode ter de mais gratificante e agradável.

publicado por antiego às 15:38
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Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Uso indevido do Mas

            Chamo à atenção para o uso indevido da conjugação mas. Ouve-se por aí demasiadas(os) idiotas a dizerem frases como:

- Eu fui ao restaurante mas comi um cozido à Portuguesa.

- A Mariana é uma mulher estupenda mas é bonita.

            Quando o mas deve ser usado em frases como:

- Eu gosto de sexo mas não gosto de apanhar no cú.

- A Mariana é uma mulher jeitosa mas não… (censurado pelo diácono dos blogues)

            Para dar mais uma pista: o mas não é um e.

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