"Espicaçar as consciências adormecidas"

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Quarta-feira, 25 de Junho de 2008

Livros e Cinema

             The Go-Between do Leslie Poles Hartley e Frankstein de Mary Shelley, são os 2 livros mais belos que li. Curiosamente li ambos na versão original, em inglês.

            Muita gente deve ter lido a Obra do Leslie, já que ela fazia parte do programa da disciplina de inglês, no 10º, 11º ano.

 

            A Rosinha resolveu bancar antiego, dizendo que está farta de ouvir “ah, mas o livro é melhor que o filme”. Ora, não é caso para tanto, acho que não se deve atacar este cliché. Porque realmente ele corresponde à verdade de que, geralmente, é um desconsolo ver um filme depois de ler o livro em que se baseia. Contudo! Há casos, e não são assim tão raros, em que o filme está bem à altura do livro. Quando isso acontece, é quando o filme respeita e segue muito à risca o livro, ou quando é uma interpretação bem interessante dele.

            Há o filme “O princepezinho”, com personagens de carne e osso, que gostei muito de ver. No elenco está o Peter Sellers que faz um papelão na pele da Raposa.

            O Filme “Frankstein de Mary Shelley” com Robert de Niro é relativamente fiel ao livro. Apenas teve que ser melodramatizado com a história de que o móbil do Victor para dar vida a um corpo, foi o trauma da morte da mãe, quando no livro é apenas a sua avidez cientifica que o move.

            Mas se há filme que é a cara do livro, esse é o The Go-Between. Comparar um filme com o livro, não passa por comparar os gostos de ler ou ver cinema. As coisas têm que ser vistas no seu lugar.

            Por falar em livros e ficção, acabei de ver a série da BBC “Bleak House” baseada na obra de Charles Dickens, passada na TV2. A série é de extrema qualidade, parecia o supra-sumo das telenovelas. Não consigo imaginar que o livro seja mais apaixonante.

publicado por antiego às 12:49
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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

A mais Bela Passagem sobre a Amizade

“I thank you, Walton,’ he said, ‘for your kind intentions towards so miserable a wretch; but when you speak of new ties and fresh affections, think you that any can replace those who are gone? Can any man be to me as Clerval was, or any woman another Elizabeth? Even where the affections are not strongly moved by any superior excellence, the companions of our childhood always possess a certain power over our minds which hardly any later friend can obtain. They know our infantine dispositions, which, however they may be afterwards modified, are never eradicated; and they can judge of our actions with more certain conclusions as to the integrity of our motives. A sister or a brother can never, unless indeed such symptoms have been shown early, suspect the other of fraud or false dealing, when another friend, however strongly he may be attached, may, in spite of himself, be contemplated with suspicion. But I enjoyed friends, dear not only through habit and association, but from their own merits; and wherever I am, the soothing voice of my Elizabeth and the conversation of Clerval will be ever whispered in my ear.”

                                    Frankenstein,  Mary Shelley

 

(desculpem, não consegui encontrar uma tradução portuguesa)

 

Será possivel ganhar afecto e amizade por uma pessoa, com quem não tenhamos ido para a cama, depois dos 30 anos?

Na vertente mais radical: para conhecer uma pessoa, nos dias de hoje, temos que a fazer?

 

Quem me dera que o Victor Frankenstein estivesse errrado.

Esperança.

 

(Dedicado aos meus poucos verdadeiros amigos e às minhas novas cyber-amizades)

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