"Espicaçar as consciências adormecidas"

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Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010

Vocação para Medicina

Estava eu na porta do Vasco da Gama quando me aparecem estudantes de Medicina a fazer um peditório, não sei bem para quê. Já estava eu disposto a não dar nada, pois tenho 5 filhos para criar, quando os argumentos eram bons:

- Só uma moeda preta! È o que pedimos. Nem que seja uma moeda de 1 ou 2 cêntimos.

 

Gostei do espírito. Acrescentava a estudante que não queriam ser garganeiros. Preferiam receber 1 cêntimo, em tempo de crise, do que não receber nada. Eu sou muito textual, vai daí procurei por uma moeda preta de 1 cêntimo ou 2. Não tinha, mas tinha uma moeda preta de 5 cêntimos. A estudante agradeceu a sorrir e vazou. Passado um bocado chega outra estudante de medicina e pede dinheiro outra vez, dirigida a mim. Eu disse-lhe que já tinha dado. E não é que a vaca me atira:

- Só 5 cêntimos !!

 

Que profissional da saúde fisico-ludica! Eu nem tinha reparado nela. Pelos vistos pertencia à trupe, estava por ali por perto e com certeza deve-lhe ter sido comunicado que havia ali um forreta que tinha dado 5 cêntimos. E vem-me com lata a fazer-se de novas. Com estas merdas não se brinca e isto só me dispõe a ignorar de vez todos os peditórios que me façam. Humpf, são todos iguais.

Claro que não dei mais nada, vai ter lata para o c@, isso até é ofensivo.

 

Estais mesmo boas para o juramento de Hipócrates.

publicado por antiego às 16:47
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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007

Taveira, o Caso, a Análise, a Reflexão, os Mitos

            Desde que se fala dos videos do Taveira, fala-se que existem outras cassetes. Parece que há uma cassete que toda a gente viu, mas existem várias que andam por aí, ou estão muito bem guardadas. Inclusive falava-se de uma cassete só com gajas famosas. Rita Blanca, Leonor Beleza? A cassete que vocês viram não tinha só 4 senhoras?

            Ora, está na cara que não existem mais cassetes (quanto mais elas estariam no poder, exclusivamente, do realizador – as não descobertas). Isto é mais uma extrapolação tipica do povo. Quem conta um conto… Ele comeu aquelas quatro gajas, claro que comeu muitas mais e elas andam aí noutras cassetes. Mais hilariante é existir a cassete das famosas. Muita imaginação do povo – se ele comeu jovens apetitosas e como é uma “celebridade”, de certeza que foi ao cu a outras celebridades.

            Meus amigos, se essas cassetes existissem teriam aparecido. Há mais, há mais, mas nunca vi ninguém dizer que as tinha ou alguem que as visse. Mais um mito.

            Neste escandalo há uma questão moral que não posso deixar passar em claro. Quem somos nós para julgar as raparigas? Sabemos nós dos motivos que as levaram a tais práticas? Uma coisa é ouvir falar dos motivos, outra coisa é saber.

            Dizem que elas deram o rabinho para subirem na vida, para passarem à cadeira do arquitecto, etc. Más linguas, que cena. O povo fala muito, inventa e acredita naquilo que é mais degradante acreditar. Quem sabe se elas não estavam lá por gosto? Dor, há quem goste de dor. Quem sabe se elas não estavam apaixonadas por ele e o sacana se estava a aproveitar delas? O amor é cego e pode levar a sacrificios. Quem sabe se elas não eram mães solteiras e precisavam de alimentar o filhinho? Quem sabe se elas não tinham a avózinha que precisava de um transplante de coração e precisavam das influências do arquitecto para passar à frente das infindáveis listas de esperas.

            Estamos num mundo cão. Quem somos nós para julgar.

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